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José Carlos Barbosa afirma que compra das carruagens Arco irá permitir à CP reforçar o seu parque de carruagens
Fotografia: DR (foto arquivo)

José Carlos Barbosa afirma que compra das carruagens Arco irá permitir à CP reforçar o seu parque de carruagens

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O deputado paredense José Carlos Barbosa afirmou, em audição ao Bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça, que a “compra das carruagens Arco foi um grande negócio que irá permitir à CP reforçar o seu parque de carruagens em 50%”.

“Tive a oportunidade de desconstruir a desinformação sobre a compra das carruagens Arco, na verdade foi um grande negócio que irá permitir à CP reforçar o seu parque de carruagens em 50%”, disse, relembrando que “ se a ligação Porto-Lisboa fosse uma realidade não estaríamos constantemente a discutir a falta de ligações aéreas ao Porto e a obrigação cada vez maior de pontes aéreas”.

“Falou aqui da não decisão, mas falaria aqui da desinformação para depois falar da não decisão. Falou da compra de sucata a Espanha carruagens, isso não existiu, aquilo que foi feito até pelo ministro atual foi comprar rapidamente carruagens a preço de saldo, a 30 mil euros, renová-las, por cerca de 150 mil euros, ou seja, o valor total era de cerca de 180 mil euros e na verdade, desde o momento, em que decide, enquanto político, comprar uma carruagem até ela chegar, demora cerca de sete anos, e aquilo que fez com as compras desta carruagens foi injetá-las na rede ao fim de dois anos. Ou sejam resolveu um problema de grandes dificuldades da CP em operar”, avançou.

Fotografia: José Carlos Barbosa (foto arquivo)

“Temos discutido aqui, muitas das vezes, a falta de ligações ao Aeroporto do Porto, da obrigação das pessoas do norte em fazerem uma ponte aérea a Lisboa para se deslocarem para o resto da Europa e o mundo e porque andamos há 30 anos a discutir a alta velocidade, costumo dar o caso espanhol que em 30 anos já fez cerca de três mil quilómetros de rede de alta velocidade, e andamos aqui a discutir entre nós quando é que vamos iniciar a alta velocidade”, adiantou, defendendo que a primeira ligação de alta velocidade deve ser feita entre as duas grandes cidades do país, Porto e Lisboa.

“Não acha que se já tivéssemos decidido sobre a alta velocidade, se a alta velocidade tivesse já sido construída, se calhar não estaríamos aqui a discutir os problemas relacionados com a falta de ligações ao aeroporto do Porto e, se calhar, não havia a necessidade da construção de um novo aeroporto”, frisou.


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