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(C/VÍDEO) Mortalidade específica por Covid-19 apresenta um abrandamento da tendência crescente

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) destacam que a mortalidade específica por Covid-19 apresenta um abrandamento da tendência crescente.

A autoridade de saúde nacional reforça,  no habitual relatório de monitorização da situação epidemiológica da doença, que a epidemia “mantém uma incidência muito elevada, embora com tendência decrescente”, salientando que o “impacto nos internamentos apresenta uma inversão da tendência, pelo que é expectável a manutenção da diminuição da procura de cuidados de saúde”.

Esta entidade realça que a “mortalidade específica por Covid-19 apresenta um abrandamento da tendência crescente. Deve ser mantida a vigilância da situação epidemiológica da Covid-19, recomendando-se fortemente o reforço das medidas de proteção individual e vacinação de reforço, assim como da sua comunicação frequente à população”.

Ainda de acordo com a DGS, o “ número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 7 dias, foi de 1 111 casos, com tendência decrescente a nível nacional”

Já as regiões autónomas da “Madeira e dos Açores apresentam uma tendência estável, enquanto as regiões de saúde do Continente apresentam uma tendência decrescente”.

A DGS reforça que o “R(t) apresenta um valor inferior a 1 a nível nacional (0,87), e em todas das regiões do continente, o que indica uma tendência decrescente”, sublinhando que o “número de pessoas com COVID-19 internadas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência decrescente, correspondendo a 38,4% (no período anterior de análise foi de 42,4%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

Fotografia: DGS

“A razão entre o número de pessoas internadas e infetadas foi de 0,10 com tendência estável, indicando uma menor gravidade da infeção à semelhança do observado desde o início de 2022”, lê-se na nota informativa que esta entidade partilhou no seu site.

Ainda de acordo com a DGS a “linhagem BA.5 da variante Omicron continua a ser claramente dominante em Portugal, apresentando uma frequência relativa estimada de 84% na semana 22 (30 maio – 5 junho)”

“ Esta linhagem tem revelado uma maior capacidade de transmissão, a qual é potencialmente mediada por mutações adicionais com impacto na entrada do vírus nas células humanas e, ou, na sua capacidade de evadir a resposta imunitária”, acrescenta a publicação que reforça que a “mortalidade específica por COVID-19 (53,7 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta um abrandamento da tendência crescente”.

O relatório concretiza que a “mortalidade por todas as causas encontra-se acima do esperado para a época do ano, indicando um excesso moderado de mortalidade por todas as causas , em parte associado à mortalidade específica por COVID-19”.


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