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(C/ VÍDEO) Autarcas do Tâmega e Sousa voltam a reivindicar um reforço de apoios do próximo ciclo de fundos comunitários

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A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) reuniu, esta segunda-feira, com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e voltou a reivindicar um reforço de apoios do próximo ciclo de fundos comunitários.

A CIM do Tâmega e Sousa destacou, em nota informativa, que o encontro faz parte de um “conjunto de reuniões de trabalho que a presidência da CCDR-N agendou para fazer um ponto da situação e auscultar os conselhos das oito entidades intermunicipais do Norte relativamente ao próximo ciclo de fundos comunitários para a região Norte (NORTE 2030), que se encontra numa fase negocial entre o Governo e a Comissão Europeia”.

A CIM do Tâmega e Sousa realça que na reunião, que decorreu na sede da CIM do Tâmega e Sousa, em Penafiel, estiveram presentes os “11 presidentes de câmara que integram a CIM do Tâmega e Sousa, o presidente da CCDR-N, António Cunha, e vice-presidente, Beraldino Pinto, e ainda os respetivos vogais executivos, Humberto Cerqueira e Júlio Pereira”.

“Da ordem de trabalhos da reunião constaram o ponto da situação da execução do Norte 2020 e da preparação do próximo ciclo de fundos comunitários 2021-2027 para a região Norte (Norte 2030), dois pontos com implicações diretas na atualidade e no futuro da região do Tâmega e Sousa”, lê-se na nota informativa que nos foi endereçada que realça que os “autarcas do Tâmega e Sousa voltaram a revindicar ao Presidente da CCDR-N uma discriminação positiva na atribuição de fundos do próximo quadro comunitário, por considerarem que só desta forma será possível resolver os problemas estruturais desta região e alcançar a desejada coesão social”.

Fotografia: CIM Tâmega e Sousa

Citado em comunicado, o presidente da CCDR-N manifestou o seu “empenho em trabalhar com a CIM do Tâmega e Sousa no sentido de criar mais oportunidades para este território”.

Recorde-se que na última reunião entre as duas instituições, realizada em novembro de 2021, a “CCDR-N reconheceu o Tâmega e Sousa como uma “região-problema”, ao apresentar os piores indicadores do país, um cenário que se estende ao atual ciclo de financiamento comunitário (Norte 2020), no qual a região do Tâmega e Sousa tem também dos piores indicadores da região Norte”.

Na reunião desta segunda-feira foram ainda “partilhadas informações sobre os diversos instrumentos de ordenamento e gestão territorial em revisão e relevantes para a região Norte e as suas sub-regiões, designadamente o Plano Regional de Ordenamento do Território do Norte (PROT Norte), os Planos Diretores Municipais (PDM) de 3.ª geração e o Programa Regional de Ação de Gestão Integrada de Fogos Rurais do Norte”.


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