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Cabeça de lista do CDS-PP Porto à Assembleia da República defende que é urgente alargar rede de transportes. IC 35 é prioridade.

(C/VÍDEO) Cabeça de lista do CDS-PP Porto à Assembleia da República defende que é urgente alargar rede de transportes. IC 35 é prioridade.

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A cabeça de lista do CDS-PP pelo Círculo Eleitoral do Porto, Filipa Correia Pinto, à Assembleia da República, defendeu, esta terça-feira, no programa “Eleições Legislativas 2022”, conduzido por Paulo Lopes,  que é urgente alargar a rede de transportes de forma a garantir que as comunidades consigam aceder mais rapidamente aos centros de decisão e aos serviços.

“Parece que as pessoas estão próximas dos centros urbanos, mas estão distantes. Os transportes públicos são escassos, muitas vezes as estradas são más. Tem que haver verbas para as autarquias e os centros de decisão estarem mais próximo das pessoas. É preciso alargar essa rede de transportes e garantir que as pessoas conseguem aproximar-se dos centros”, disse.

Filipa Correia Pinto admitiu não estar certa se é através das comunidades intermunicipais ou através de um órgão mais amplo que a questão da mobilidade poderá ser solucionada.

“Estou certa que se as autarquias fizerem o seu trabalho junto do poder central e se se preocuparem com este problema das pessoas têm capacidade para solucioná-lo. Não é quem está em Lisboa que conhece a realidade. As câmaras necessitam do apoio do Orçamento de Estado. Não chega decidir se os passes são mais baixos, se as pessoas não têm depois os transportes. Estão a ganhar dinheiro num passe que não lhes serve para nada. Quanto mais próximo das pessoas o poder estiver do centro de decisão melhor para as comunidades”, expressou.

Na questão da mobilidade, a cabeça de lista pelo círculo eleitoral do Porto confirmou que o CDS-PP tem-se batido pela construção do IC35.

“É uma obra prometida há mais de duas décadas. Já exigimos ao ministro uma resposta por várias vezes. O PS nos últimos seis anos, com o troço estabilizado, o traçado definitivo e tudo pronto para arrancar a obra, escolheu não iniciá-la e sempre que se aproxima uma campanha eleitoral promete que vai iniciar a obra”, frisou, recordando que já nas eleições autárquicas, o PS tinha prometido que ia começar a ser construído esta importante via para a região ganhasse o PS a câmara em questão.

“A EN 106 é uma estrada perigosa, tem que ter uma alternativa célere, para fazer este trajeto demora-se cerca de uma hora e meia”, disse, destacando que os sete quilómetros apenas resolvem uma parte do problema.

“A obra foi adjudicada na pré-campanha para as legislativas. Acho vergonhoso que o PS continue a fazer desta obra uma bandeira eleitoralista. Isso não é estar ao serviço das populações”, concretizou, garantindo que se trata de um troço curto, que mantém duas regiões distantes uma da outra.


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