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Covid-19: Número de novos casos de infeção por 100 000 habitantes, nos últimos 14 dias, com tendência fortemente crescente
Fotografia: Câmara de Lousada (fotografia ilustrativa)

(C/VÍDEO) Covid-19: Número de novos casos de infeção por 100 000 habitantes, nos últimos 14 dias, com tendência fortemente crescente

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O relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19, com data de 14 deste mês, elaborado pela Direção-Geral de Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) aponta para uma tendência fortemente crescente a nível nacional e em todas as regiões do número de novos casos de infeções por Covid-19 por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias.

“O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 4 036 casos, com tendência fortemente crescente a nível nacional e em todas as regiões”, refere o relatório que destaca que no “grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 1 499 casos, com tendência fortemente crescente a nível nacional”.

Segundo a DGS e o INSA, “o R(t) apresenta valor igual ou superior a 1, indicando uma tendência crescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (1,19) e em todas as regiões”, salientado que a “região Norte foi aquela em que se registou o valor mais elevado do R(t) (1,23)”.

Fotografia: DGS

Os dados que se encontram  plasmados no documento referem que o “número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no Continente revelou uma tendência estável, correspondendo a 64% (na semana anterior foi de 62%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”, salientando que a “nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 14,0% (na semana anterior foi de 10,6%), encontrando-se acima do limiar definido de 4,0% e com tendência crescente. Observou-se uma estabilização do número de testes para deteção de SARS-CoV-2, em especial dos testes rápidos de antigénio, realizados nos últimos sete dias”.

“A média móvel da proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 15,6% (na semana passada foi de 12,9%), ultrapassando o limiar de 10,0%”, esclarece o relatório que sublinha “um aumento muito acentuado da circulação desta variante (Omicron) a partir de dia 6 de dezembro de 2021”.

A DGS e o INSA confirmam que a “variante Omicron é dominante em Portugal, tendo uma proporção de casos estimada de 93,2% no dia 10 de janeiro de 2022”.

As mesmas entidades reforçam que “a mortalidade específica por COVID-19 (25,5 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta uma provável inversão da tendência estável anteriormente observada. Esta taxa de mortalidade revela um impacto elevado da pandemia na mortalidade”, acrescentando que as “pessoas com um esquema vacinal completo tiveram um risco de internamento 2 a 5 vezes menor do que as pessoas não vacinadas, entre o total de pessoas infetadas em novembro”.

“As pessoas com um esquema vacinal completo tiveram um risco de morte 3 a 6 vezes menor do que as pessoas não vacinadas, entre o total de pessoas infetadas em dezembro”, reiteram a DGS e o INSA.

Já na população com 80 e mais anos, a “dose de reforço reduziu o risco de morte por COVID-19 quase para seis vezes em relação a quem tem o esquema vacinal primário completo”,

“A análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade muito elevada, com tendência crescente a nível nacional”, confirma o relatório que reconhece que a “pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são elevados”.

“Dado o rápido aumento de casos, mesmo tendo em consideração a provável menor gravidade da variante Omicron, é expectável um aumento de pressão sobre todo o sistema de saúde e na mortalidade, recomendando-se a manutenção de todas as medidas de proteção individual e a intensificação da vacinação de reforço”, avança o documento.


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