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AHRESP defende urgente reforço dos apoios a fundo perdido à tesouraria das empresas
Fotografia: AHRESP

(C/VÍDEO) AHRESP defende urgente reforço dos apoios a fundo perdido à tesouraria das empresas

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende a urgente reforço dos apoios a fundo perdido à tesouraria das empresas, como resultado dos “fortes cancelamentos de reservas no final do ano” e que “provocaram enormes prejuízos às empresas”.

“Os fortes cancelamentos de reservas no final do ano provocaram enormes prejuízos às nossas empresas, que perduram neste início do 2022, uma vez que as restrições à atividade mantêm-se, o teletrabalho permanece obrigatório até 14 de janeiro, reduzindo drasticamente a afluência de clientes aos nossos estabelecimentos. Complementarmente, muitas empresas estão a ser obrigadas a proceder a encerramentos involuntários, por ausência de trabalhadores, que se encontram infetados com a COVID-19”.

A associação realça que o reforço de apoio fundo perdido para a tesouraria tem como objetivos compensar as fortes perdas de faturação.

“ Perante estes graves constrangimentos, a Ahresp defende que deve ser atribuído um reforço do apoio a fundo perdido para a tesouraria, de modo a compensar as fortes perdas de faturação que se estão a verificar nas nossas atividades económicas, uma medida que consta das 20 Propostas entregues aos Partidos Políticos no decorrer desta semana. No atual momento de restrições adicionais à atividade e com encerramentos involuntários, é da maior importância o reforço dos apoios a fundo perdido, de modo a poderem manter os negócios e os respetivos postos de trabalho”, lê-se na nota informativa que nos foi endereçada.

Fotografia: AHRESP

A associação avança, por outro lado, que o “apoio excecional à família não deve representar mais um encargo para a empresa”.

“Após o período de encerramento das atividades letivas e não letivas, milhares de empresas se encontram no processo de submissão dos requerimentos para o Apoio Excecional à Família, em nome dos seus trabalhadores. No âmbito deste apoio, as entidades empregadoras mantêm a obrigação de efetuar o pagamento de uma parte da remuneração e de 50% das contribuições relativas aos trabalhadores ausentes, além de ser um encargo adicional para os recursos administrativos das empresas”, refere o comunicado.

“Adicionalmente, é da responsabilidade da entidade empregadora efetuar o pagamento do valor total da remuneração aos colaboradores, sendo posteriormente o montante do apoio transferido da Segurança Social para a empresa. Sendo esta uma situação de ausência temporária do local do trabalho por motivo de falta justificada que confere direito a apoio no âmbito do regime de proteção social obrigatório pelo qual os trabalhadores estão abrangidos, AHRESP defende que o processo deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social, não devendo existir qualquer encargo para a empresa, quer financeiro, quer a nível de aumento da carga administrativa”, avança a associação.


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