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(C/ VÍDEO) Vitorino Silva: “As mãos que pegam em pedras e fazem caminhos também podem pegar numa caneta e tomar posse na Assembleia da República”

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O penafidelense Vitorino Silva, mais conhecido como Tino de Rans, foi o último convidado de Daniel Oliveira no Alta Definição. Numa conversa intimista, o cabeça de lista do RIR pelo Distrito do Porto para as eleições legislativas de 2022 falou do seu percurso, da perda do pai e das últimas palavras da mãe antes do adeus.

Com 50 anos de idade, Vitorino Silva, afirmou estar “no meio da vida, cheio de vida”. Orgulhoso de ter crescido numa família grande e humilde, o penafidelense recordou as suas origens e falou da morte prematura do pai. “O meu pai era muito boa pessoa, um homem trabalhador. A imagem que eu tenho dele é a ir e a vir do trabalho. E ele morreu no trabalho”, lembrou o líder do RIR.

Sendo o sexto de oito irmãos, Tino de Rans afirma que nunca deixou de brincar para trabalhar, mas sempre fez de tudo em casa. Lembrando o papel da mãe no seu crescimento e na união dos oito irmãos, Vitorino Silva afirma que foram muitas as aprendizagens que retirou da convivência com a sua mãe, desde o cavar no campo ao cozinhar qualquer prato para toda a família.

O candidato à Presidência da República Portuguesa nas eleições de 2016 e 2021, afirma que os melhores conselhos no seu percurso pela política foram sempre da sua mãe e recorda as suas últimas palavras no momento do adeus. “Ó rapaz, tu és um lutador. Nunca desistas”.

Numa passagem pelos vários momentos da sua vida, Tino de Rans falou da sua vontade de ser padre, do seu percurso escolar e do momento em que percebeu que tinha de optar por ver a filha crescer ou estar sempre presente em televisão. O calceteiro natural de Rans, Penafiel, falou ainda do seu amor pela profissão e do orgulho que tem na sua filha, Catarina.

Com a convicção de que é um homem do povo e sempre orgulhoso da sua profissão, Vitorino Silva terminou a sua conversa com Daniel Oliveira afirmando que “as mãos que pegam em pedras e fazem caminhos também podem pegar numa caneta e tomar posse na Assembleia da República e defender a camisola de Portugal e os portugueses no mundo”.

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