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Artigo de Opinião: Encurtar Distâncias e Olhar para o Futuro

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Portugal tem ainda um longo caminho a percorrer, no que respeita à correção das assimetrias entre as regiões de alta e baixa densidade populacional.

Mas, como alguém disse, “o caminho faz-se caminhando” e a região do Tâmega e Sousa tem sido exemplo relativamente ao investimento público, corrigindo injustiças e contribuindo para o desenvolvimento desta região.

Neste contexto, o Município de Baião recebeu no passado dia 16 de novembro o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que presidiu à assinatura do Protocolo de Reabilitação da estrada nacional 304-3, uma projeto há muito ansiado pela comunidade Baionense, atendendo ao elevado estado de degradação da via. Investir na rede viária em municípios dispersos como Baião é, sem qualquer dúvida, investir na melhoria das condições de vida de quem escolheu a região não só como local de habitação, mas também como local para a criação do seu negócio.

Pedro Nuno Santos reforçou também a importância de outros investimentos, como a ligação de Baião à Ponte da Ermida, a ligação Soalhães-Mesquinhata, o IC35 e a contínua aposta na qualificação na rede ferroviária até ao Pocinho.

Na área da Habitação foi também assinado o protocolo relativo à Estratégia Local de Habitação de Baião, um investimento superior a 2,5 M.E., que abrangerá cerca de 291 pessoas garantindo o cumprimento daquele que é um direito básico: o acesso a uma habitação digna.

A 20 de novembro a comunidade Baionense reuniu-se na homenagem a duas ilustres figuras: Augusto Freixo, ex-Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baião e José Costa, que cessou recentemente funções enquanto comandante desta corporação de bombeiros. Homens que serviram Baião e os Baionenses e cuja existência se confunde com a da própria Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baião.

Eduardo Cabrita, Ministro da Administração Interna, juntou-se a este momento, anunciando também que ficará localizado em Baião o Comando Sub-Regional da Proteção Civil, estrutura que servirá os 11 municípios que integram o Tâmega e Sousa.

O caminho é este: descentralizarmos e capacitarmos os territórios para que estes se possam desenvolver, principalmente aqueles cuja geografia tornou mais suscetíveis a uma diminuição daquilo que é o investimento público, um motor fundamental para a criação de emprego e de fixação da população.

Este será certamente o caminho para um Portugal mais justo.

Ana Marta Silva


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