Novum Canal

mobile

tablet

Amarante assinala 10 anos da morte de Maria Eulália de Macedo
Fotografia: Câmara de Amarante

Amarante assinala 10 anos da morte de Maria Eulália de Macedo

Partilhar por:

Amarante assinala 10 anos da morte de Maria Eulália de Macedo com homenagem e apresentação de “O meu chão é de vertigem”, obra que será apresentada este sábado, às 17h00, na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, numa cerimónia presidida por José Luís Gaspar, que contará com a participação de José Rui Teixeira, diretor e presidente do conselho científico da Cátedra Poesia e Transcendência Sophia de Mello Breyner Andresen, da Universidade Católica Portuguesa.

A autarquia destaca, em comunicado, que a “escritora amarantina Maria Eulália de Macedo nasceu há 100 anos e no sábado, dia 4 de dezembro, assinalam-se 10 anos da sua morte”, salientando que para marcar a data, vai apoiar a edição de “O meu chão é de vertigem – obra completa”, uma edição de José Rui Teixeira, da Officium Lectionis, que reúne os quatro livros de Maria Eulália de Macedo: “Construção no Vento Norte” (1968), “Raízes” (1970), “Histórias de Poucas Palavras” (1971) e “As Moradas Terrenas” (1994)”.

“O meu chão é de vertigem – obra completa” contará também com a presença de “Maria João Reynaud, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e estudiosa da obra de Maria Eulália de Macedo”.

“Ao longo da apresentação haverá ainda lugar à leitura de poemas, crónicas e um momento musical. A entrada é livre, os lugares são marcados e limitados à lotação. É obrigatório o uso de máscara e a apresentação do certificado digital de vacinação”, acrescenta o comunicado que nos foi endereçado que avança que “antes, às 16h00, a família da escritora e o presidente do município de Amarante vão reunir-se na casa onde Maria Eulália de Macedo viveu, na Rua Teixeira de Vasconcelos n.º 67, para uma homenagem.”.

Fotografia: Câmara de Amarante

O município relembra que a “escritora nasceu na freguesia de São Gonçalo, a 21 de março de 1921. A infância e a juventude foram marcadas pela convivência com escritores e artistas como Teixeira de Pascoaes, Alexandre Pinheiro Torres e João de Vasconcelos”.

“Em 1968, Maria Eulália de Macedo recebeu o Prémio de Manuscritos de Poesia do Secretariado Nacional de Informação pelo livro “Construção de Vento Norte”. Em 1970 publicou a segunda obra, “Raízes”, na Sociedade de Expansão Cultural, seguindo-se “Histórias de Poucas Palavras”, de contos e novelas, em 1971; e “As Moradas Terrenas”, em 1974”, lê-se na nota que nos foi enviada que informa que a “maior distinção surgiu com a atribuição da Medalha de Honra do município, no dia em que completou 90 anos”.


Partilhar por:

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS!

Receba todas as novidades!

Subscreva a nossa Newsletter

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS!

Ajude o Jornalismo Regional

IBAN: PT50 0045 1400 4032 6005 2890 2
Caixa de Crédito Agrícola Mútuo

Obrigado!

Estamos a melhorar por si.
Novum Canal, sempre novum, sempre seu!