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13.ª edição do Foliazinho arranca esta quinta-feira com programa que promete cativar miúdos e graúdos
Fotografia: Jangada Teatro

(C/VÍDEO) 13.ª edição do Foliazinho arranca esta sexta-feira com programa que promete cativar miúdos e graúdos

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Decorre de sexta-feira até domingo, a 13.ª edição do Foliazinho, festival direcionado para a comunidade juvenil, mas que também é já uma referência entre os adultos.

Luiz Oliveira, diretor artístico e ator do Jangada Teatro, no arranque de mais um festival, mostrou-se expectante que a programação escolhida para este ano, mais curta, possa ser do agrado de todos.

“As expetativas são as melhores até porque estamos há dois anos à espera para fazer coisas. O Foliazinho era um festival que se encaixava com o FOLIA / Festival Internacional de Artes do Espetáculo, que decorria entre abril e maio, mas, com a questão da crise sanitária, no ano transato, não nos foi possível realizar o Folizainho. Este ano finalmente, conseguimos realizar, primeiro, o Folia, em outubro, e iremos fazer o Foliazinho já a partir de amanhã. São três dias de certame. Em anos anteriores a programação do Foliazinho era mais abrangente, com mais dias, mas optamos por fazer um cartaz mais reduzido, servir o nosso público, a ter de correr o risco de não voltar a ter o festival”, disse.

Falando da programa agendado para esta edição, Luiz Oliveira realçou que o certame inicia na sexta-feira com a peça ‘Armstrong’ do Teatro Extremo, companhia oriunda de Almada, numa evocação do primeiro astronauta que pisou a lua, Neil Armstrong, seguindo-se, no sábado, a peça “3 Porquinhos”, um clássico sobejamente conhecido de todos, um espetáculo de teatro de marionetas, levado à cena pela Jangada Teatro.

Refira-se que a peça mistura também música e canto ao vivo, um musical com marionetas, num espetáculo divertido que promete não deixar ninguém indiferente.

Fotografia: Jangada Teatro

No domingo, o destaque vai para a companhia Historioscopio Teatro de Marionetas com a peça “Caixa de Nove Lados”,  num espetáculo que “mostra-nos um mundo mágico, escondido dentro duma velha caixa de costura”.

“Um conjunto de criaturas estranhas e singulares levam-nos a enfrentar os medos através do poder das histórias. E da música. Também há música!”, refere o texto que  faz a introdução à peça.

Nos dias 4 e 5 de dezembro a Trupe Fandanga irá apresentar o seu Onirotóptero.

No sábado as sessões são às 20H30 e às 22H30 e no domingo, às 15H00 e às 17H00.

“São pequenas apresentações divertidas e em duas sessões por dia. A não perder”, disse, salientando que todas as peças são apresentadas no auditório da Escola Secundária de Lousada, dado que o atual auditório da Câmara de Lousada está a ser alvo de obras de requalificação.

 Luiz Oliveira avançou, ainda, que a organização do festival irá cumprir com todas as regras e diretrizes da Direção-Geral de Saúde, numa altura em que se fala de uma nova variante da Covid-19, Ómicron.

“O público é obrigado a estar com máscaras. Os atores serão testados, iremos disponibilizar o alcool gel, os espaços serão devidamente higienizados. Até ao Natal, a Jangada Teatro tem alguns espetáculos agendados e gostaríamos imenso de os partilhar com o nosso público, até porque as pessoas estão sedentas de espetáculos. Se os agentes culturais e outros voltarem a fechar, as economias vão refletir-se. Teremos de manter todos os cuidados e se o fizermos julgo existirem condições para que continuemos a usufruir destes espetáculos”, atalhou.

Falando ainda do Foliazinho, o diretor artístico da Jangada Teatro assumiu que o trabalho realizado no sentido de fomentar o teatro nas escolas e criar novos públicos tem sido conseguido.

“A Jangada Teatro tem 22 anos de existência, temos cada vez mais público e cada vez mais jovens, o que significa que estes se interessam pela cultura, mas também pela qualidade. Os professores estão com vontade de retornar às salas de espetáculo com os seus alunos”, acrescentou, sublinhando que o teatro é um veículo que estimula e potencia outras ferramentas associadas à aprendizagem que podem influenciar de forma positiva o trajeto escolar dos alunos e despertá-los para outras manifestações culturais.

O ator desejou, ainda, que o próximo ano seja definitivamente um ano em que as pessoas possam voltar a usufruir das produções culturais e se possam juntar.

“A cultura tem o lado social de juntar as pessoas. Espero que não tenhamos de voltar a ficar fechados. As doenças do foro mental são uma realidade e já percebemos que a pandemia trouxe graves problemas. Sou um agente de cultura, sou um artista que precisa e respira os palcos”, expressou.


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