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Obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho entre 2 e 9 de janeiro de 2022
Fotografia: Governo da República Portuguesa

Obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho entre 2 e 9 de janeiro de 2022

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O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, a resolução que declara a situação de calamidade em todo o território nacional continental a partir das 0h00 de dia 1 de dezembro.

Entre as alterações estabelecidas face ao regime atua, o Conselho de Ministros determinou, “entre 2 e 9 de janeiro de 2022, a obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho no território nacional continental, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam”.

A resolução prevê “a recomendação de teletrabalho sempre que as funções em causa o permitam e estabelece “a obrigatoriedade de apresentação de “Certificado Digital Covid da UE no acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local; estabelecimentos de restauração e similares (não aplicável relativamente à permanência em esplanadas abertas); eventos com lugares marcados e ginásios”.

O Governo determina, ainda, “a obrigatoriedade de apresentação de teste negativo (mesmo para vacinados) no acesso a visitas a estruturas residenciais (para idosos, unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e outras estruturas e respostas residenciais dedicadas a crianças, jovens e pessoas com deficiência); visitas a utentes internados em estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde e eventos de grande dimensão sem lugares marcados ou recintos improvisados e recintos desportivos; bares e discotecas”.

A resolução determina, também, o “encerramento de discotecas e bares entre os dias 2 e 9 de janeiro, introduz um conjunto de medidas especiais em matéria de testagem para efeitos de viagens, incluindo: exigência, para todos os voos com destino a Portugal continental, de apresentação de Certificado Digital Covid da UE na modalidade de certificado de teste ou comprovativo de teste negativo (teste de amplificação de ácidos nucleicos ou teste rápido de antigénio), realizado 48 horas anteriores à hora do embarque”.

A resolução determina “a aplicação, com as necessárias adaptações, às fronteiras terrestres, marítimas e fluviais das regras aplicáveis à entrada em território nacional por via aérea.”.

Fotografia: Governo da República Portuguesa

No mesmo Conselho de Ministros foi também aprovado o “decreto-lei que altera as medidas no âmbito da pandemia da doença COVID-19, nomeadamente prorroga o regime excecional e transitório de reorganização do trabalho e de minimização de riscos de transmissão da infeção da doença COVID-19 no âmbito das relações laborais até 31 de março de 2022 e prorroga o apoio extraordinário ao rendimento dos trabalhadores até ao último dia do mês de fevereiro de 2022”.

O decreto-lei suspende as “atividades letivas, não letivas e formativas em regime presencial em estabelecimentos de ensino e em equipamentos sociais entre 2  e 9 de janeiro de 2022, que será compensada com cinco dias de aulas nas interrupções letivas do Carnaval e da Páscoa”. 

“Paralelamente, volta a assegurar-se escolas de acolhimento para filhos ou outros dependentes a cargo de trabalhadores mobilizados para o serviço ou em prontidão e replica-se o anterior regime de justificação de faltas, associado ao apoio a filho ou outro dependente a cargo menor de 12 anos decorrentes de suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais fora dos períodos de interrupção letiva, salvaguardando-se o apoio alimentar aos alunos que necessitem”, lê-se na nota informativa do Conselho de Ministros.

O Governo estabelece, ainda, que a “interrupção, entre 2 e 9 de janeiro, das atividades letivas presencias nas instituições de ensino superior, sem prejuízo das avaliações em curso”.  

Passa a ser obrigatório o uso de máscara em “espaços, equipamentos e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, independentemente da respetiva área; edifícios públicos ou de uso público onde se prestem serviços ou ocorram atos que envolvam público; estádios (esclarecendo que se inclui no conceito de recintos para eventos e celebrações desportivas); edifícios em que se localizem as portas de entrada ou os cais de embarque, acesso ou saída no âmbito da utilização de transportes coletivos de passageiros e transporte aéreo”.

O documento preconiza o “ agravamento das sanções aplicáveis às companhias aéreas por embarque de passageiros sem comprovativo de teste negativo”.

O Conselho de Ministros aprovou, também, “o decreto-lei que estabelece o regime de implementação do formulário de localização de passageiros, denominado a nível da União Europeia Passenger Locator Form (PLF), instituindo a obrigatoriedade de preenchimento do referido formulário pelos passageiros dos voos e dos navios de cruzeiro com destino a Portugal continental”.  

“No quadro da ação conjunta ao nível da União Europeia e com o incremento do volume de tráfego aéreo e marítimo, associado à evolução atual da pandemia, importa potenciar a utilização deste instrumento, através da imposição da obrigatoriedade de preenchimento do formulário Passenger Locator Form e da definição das regras da sua implementação, a aplicar durante o contexto da atual situação de pandemia da doença COVID 19”, avança o Conselho de Ministros que sublinha que o “Passenger Locator Form constitui, neste contexto, um instrumento essencial ao permitir às autoridades de saúde de âmbito local, regional e nacional efetuar, através de dados disponibilizados pelos passageiros, o rastreio de contactos relativamente a casos confirmados de COVID-19, por forma a interromper, precocemente, possíveis cadeias de transmissão”.


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