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AHRESP avança que encerramento de estabelecimentos exige robustos apoios
Fotografia: AHRESP

AHRESP avança que encerramento de estabelecimentos exige robustos apoios

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal defende, na sequência do Conselho de Ministros realizado esta quinta-feira, que o encerramento de estabelecimentos exige apoios robustos.

“ De entre as medidas anunciadas pelo Primeiro-Ministro, na sequência do regime de calamidade que será decretado, os nossos setores foram visados, passando a ser obrigatório o certificado digital para acesso a restaurantes e também teste negativo para acesso a bares e discotecas, além do uso obrigatório das máscaras em espaços fechados. Paralelamente, foi anunciado o encerramento das discotecas na semana de 2 a 9 de janeiro de 2022”, refere a associação que constata que “pelo impacto negativo que estas novas restrições irão provocar, a AHRESP já propôs ao Governo a criação de mecanismos robustos de apoio e reparadores destas consequências no domínio da liquidez e dos custos salariais”.

Num outro comunicado, a AHRESP defende ser importante que o Governo encontre soluções para compensar a subida dos preços da energia e dos combustíveis, salientando que o “aumento dos custos operacionais deverá causar subida dos preços das viagens em 2022”.

Fotografia: AHRESP

“Os preços das viagens aéreas e terrestres e das estadas em hotéis deverão aumentar nos próximos dois anos, impulsionados pelo aumento da procura, pelas restrições a nível da capacidade oferecida e pelas exigências de sustentabilidade dos viajantes, a par do aumento dos custos da mão-de-obra e dos combustíveis”, refere, salientando que esta é a principal conclusão do “7.º “Global Business Anual Travel Forecast”, publicado pela CWT Meetings & Events e pela Global Business Travel Association (GBTA)”.

“Embora se espere que os preços dos hotéis aumentem 13% em todo o mundo em 2022, seguidos por mais 10% em 2023, em muitos mercados levará algum tempo até que exista um retorno aos níveis de 2019”, acrescenta a nota informativa que realça que a AHRESP tem vindo a alertar ao “longo das últimas semanas, torna-se cada vez mais importante que o Governo encontre soluções para compensar a subida dos preços da energia e dos combustíveis, que têm um peso relevante não só na estrutura de custos das empresas, mas também no dia-a-dia dos consumidores, que começam a assistir ao aumento dos preços de venda”.


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