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CCDR-NORTE quer maior participação e autonomia nos fundos 2030

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O Presidente da CCDR-NORTE, António Cunha, iniciou esta semana uma ronda de reuniões de nível político com as entidades intermunicipais e os presidentes das câmaras municipais da Região Norte, que se prolongará até ao início do mês de Dezembro.

Na agenda destes encontros ganha destaque a formatação do próximo ciclo de fundos europeus, o PORTUGAL 2030, em fase de auscultação pública, e especialmente do próximo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2030), que deverá dispor de um orçamento de 3,4 mil milhões de euros até 2027.

“Estes encontros com as entidades intermunicipais são um exercício essencial de concertação estratégica. Estamos num momento decisivo da execução do atual ciclo de fundos estruturais e de definição do Portugal 2030”, avançou António Cunha, no comunicado de imprensa que nos foi enviado.

“A Região Norte está em boa posição para defender uma maior participação no futuro quadro comunitário de apoio. Para além de ser a maior região do país, em termos demográficos, é uma região prioritária da Política de Coesão europeia e é um exemplo na aplicação do atual pacote de fundos comunitários”, avançou.

No final do mês de outubro passado, o NORTE 2020 (Programa Operacional Regional do Norte) alcançou uma taxa de execução de 58,1%, quando há um ano atrás se fixava quase 20 pontos percentuais abaixo. Até ao final do ano, a CCDR-NORTE espera superar a meta de execução, de 61%. “A Região Norte não perderá um único euro dos fundos europeus que gere”, garantiu o Presidente da CCDR-NORTE.


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