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(C/VÍDEO) Foi inaugurado o Pavilhão Gimnodesportivo de Amarante

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Amarante conta agora com mais um equipamento para a prática desportiva, após a inauguração do Pavilhão Gimnodesportivo junto à Escola Básica Amadeo Souza-Cardoso. Este pavilhão pretende servir toda a população mas, em especial, os alunos da escola básica que não possuíam um equipamento desta tipologia.

A Câmara Municipal de Amarante foi a responsável por esta obra e suportou os cargos de cerca 1 120 000 euros.

O presidente da Câmara de Amarante, José Luís Gaspar, em declarações ao Novum Canal, destacou que esta era uma obra esperada.

“Isto era uma responsabilidade do Ministério da Educação, coisa que nunca cumpriu e durante 16 anos esta escola era a única que não tinha um pavilhão para a prática desportiva. O município de Amarante no mandato anterior achou por bem avançar com a obra para que realmente cumpra o propósito dos alunos não terem de sair do seu local, irem de transporte para o pavilhão municipal. Durante o dia o pavilhão irá ficar adstrito à escola e só no horário pós escolar será direcionado para as associações desportivas”, disse, salientando que a construção deste equipamento implicou um investimento de 1 milhão 120 mil euros.

Neste processo, o chefe do executivo afirmou, ainda, que manteve várias reuniões com o Ministério da Educação com o objetivo da obra avançar até porque a câmara municipal há 16 anos tinha o terreno para a construção do dito pavilhão, mas “nunca houve vontade” para o fazer” e “fruto até da descentralização agora muito menos”.

“Mesmo com a descentralização não era responsabilidade da autarquia fazer o equipamentos, mas também não vai haver contrapartida nenhuma. Na descentralização na área da educação, a autarquia apenas é responsável pela realização de pequenas obras de manutenção, não obviamente grandes estruturas. A reconstrução de escolas, como, por exemplo, a EB2,3 de Amarante, é da competência do Ministério da Educação, a câmara poderá fazer o projeto e substituir-se caso haja quadro comunitário, mas continua a ser competência do Ministério da Educação a construção das grandes infraestruturas”, confirmou.

Questionado sobre a conclusão da Carta Educativa e a edificação do Centro Escola Cepelos, Lomba e Salvador, conforme acordo entre os autarca de freguesia firmado, no ano passado, o autarca assumiu que para concluir a carta falta concluir três equipamentos, o “JI de Real, a Escola em Fregim e a Escola de Cepelos”.

” Houve um acordo tripartido no mandato anterior para encontrarem uma solução, eles encontraram uma solução, eu já arranquei com o projeto. Sei que existem opiniões divergentes, mas a vida é mesmo assim. Houve um consenso no passado que irei manter”, acrescentou.


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