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Estudo: 62,6% dos portugueses defendem a reorganização do sistema de saúde
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Estudo: 62,6% dos portugueses defendem a reorganização do sistema de saúde

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Um estudo promovido pela Angelini Pharma Portugalm subsidiária da área Farmacêutica do Grupo Angelini, destaca que “62,6% dos portugueses defendem a reorganização do Sistema de Saúde.

De acordo com o estudo “quase 63% dos portugueses defendem que haja uma reorganização do Sistema de Saúde para lidar com futuras crises em saúde”.

O mesmo estudo, intitulado “necessidades não atendidas e soluções para crises em saúde em Portugal”,  promovido pela Angelini Pharma Portugal, apresentado esta terça-feira na Conferência “Reflexões AUA! Como será o futuro pós pandemia”, seguida pela cerimónia de entrega dos Prémios Angelini University Award (AUA!), realça que para “cerca de 60% dos inquiridos, o Governo é a entidade que deverá ter um papel mais ativo, mas apenas 7,5% olham para a educação e a literacia para a saúde como aspetos com necessidade de melhoria para futuras crises de saúde”.

“ Doenças infectocontagiosas (31,5%) e as doenças mentais (28,3%) são consideradas as próximas grandes crises de saúde que Portugal enfrentará”, lê-se na nota informativa que reforça que “no que diz respeito atual estado do setor da Saúde em Portugal, o top das três questões mais problemáticas é constituído pelas listas de espera para consultas e exames (64,6%), pelo número reduzido de profissionais de saúde (60,7%) e pelas listas de espera para tratamentos e cirurgias (52,3%)”.

Estudo: 62,6% dos portugueses defendem a reorganização do sistema de saúde
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No que toca aos principais problemas identificados, na opinião dos inquiridos, “o investimento mais urgente passa pela contratação de mais profissionais de saúde (45,9%), o que, de acordo com o estudo, poderia resolver os problemas das listas de espera”.

Para cerca de 31% e 17%, o investimento deveria ter como objetivo a melhoria dos serviços hospitalares e a melhoria dos serviços dos cuidados primários, respetivamente”, acrescenta a nota de imprensa.

O estudo que avaliou também as necessidades dos inquiridos durante a pandemia por Covid-19, apurou que “30,8% dos inquiridos tiveram dificuldades no acesso a cuidados de saúde durante este período. Para mais de 72% destes, as dificuldades foram maioritariamente sentidas ao nível do agendamento das consultas de rotina no SNS. Estas afetaram maioritariamente escalões etários mais elevados, na região Norte e Lisboa e Vale do Tejo, nos inquiridos com rendimentos mais baixos. A perceção que os inquiridos têm sobre o SNS, no entanto, não é muito vincada, mas consideram que este é um sistema tendencialmente envelhecido, próximo, orientado para o utente e universal (dirigido a todas as pessoas)”.

Ainda de acordo com o estudo “não parece ter havido dificuldade no acesso a informação sobre saúde e cuidados de saúde no período de isolamento e/ou confinamento, com cerca de 85% dos inquiridos a afirmarem que conseguiram aceder à informação necessária. Ainda assim, o médico de família surge apenas em terceiro lugar como fonte de informação privilegiada e a Linha Saúde 24 é a última da lista. As fontes mais utilizadas foram a internet (61,3%) e a televisão (48,6%)”.

O estudo confirma que “a informação disponibilizada pela DGS durante a pandemia foi relevante (7,6/10) e não levantou problemas de compreensão (7,18/10) para a maioria dos inquiridos, que apontam o processo de vacinação como mais bem gerido pelas entidades competentes (8,4/10). Já os apoios sociais, os cuidados de saúde primários e a educação foram os aspetos mais criticados e com pior gestão”, sustentando que “ainda assim, a perceção dos diferentes serviços na área da saúde, como farmácias e a Linha de Saúde 24, conseguiram melhorar a sua perceção junto dos inquiridos, para quem os Centros de Saúde/USF são as instituições mais importantes na rede de cuidados de saúde, sendo estes os primeiros locais a que recorrem”.

“O estudo, realizado pela Spirituc Investigação Aplicada em outubro de 2021, teve como objetivo perceber quais foram as principais necessidades e dificuldades da população durante a pandemia, bem como a forma como esta alterou as suas perceções sobre a área da saúde em Portugal e quais são as soluções defendidas. Para isso, foram selecionados 1.000 inquiridos com idades compreendidas entre os 18 e os 80 anos e com diferenças ao nível de agregado familiar, região de residência, rendimento mensal líquido, grau de escolaridade e condição profissional”, acrescenta o comunicado que informa que será ainda distinguido com o “Prémio de Jornalismo o melhor trabalho publicado sobre esta temática durante o ano de 2021”.

“Os vencedores serão conhecidos numa Cerimónia no Teatro Thalia, com transmissão live na página de Facebook do AUA”, refere a mesma nota.


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