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Semana de Consciencialização para a Fibrilhação Auricular inicia hoje. Doença provoca um AVC a cada 15 segundos.
Fotografia: DGS

(C/VÍDEO) Semana de Consciencialização para a Fibrilhação Auricular inicia hoje. Doença provoca um AVC a cada 15 segundos.

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Inicia esta segunda-feira e decorre até dia 21 deste mês, a Semana de Consciencialização para a Fibrilhação Auricular.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia destaca, em nota informativa, que este ano  o mote da campanha é “Não há tempo a perder”, referindo-se ao impacto da pandemia nas pessoas com Fibrilhação Auricular (FA) ou em risco de a desenvolver.

“Nos últimos 18 meses, perdemos oportunidades para prevenir Fibrilhação Auricular através da adoção de hábitos saudáveis, de detetar Fibrilhação Auricular com uma simples verificação de pulso, de Proteger contra AVC causados por Fibrilhação Auricular, de corrigir a irregularidade do ritmo cardíaco através de tratamentos adequados e de aperfeiçoar o acompanhamento do doente. Por todos estes motivos, não temos tempo a perder”, refere o mesmo comunicado que esclarece que “Prevenir, Detetar, Proteger, Corrigir e Aperfeiçoar” são as palavras de ordem da campanha global lançada pela Atrial Fibrillation Association e pela Arrhytmia Alliance, que visa envolver organizações de todo o mundo naquela que é a Semana de Consciencialização para a Fibrilhação Auricular”.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia refere que em Portugal, a instituição associa-se, uma vez mais a esta iniciativa, “este ano com o objetivo de recuperar o tempo perdido neste último ano e meio, e incentivar à deteção e ao controlo da Fibrilhação Auricular através de uma simples verificação do pulso. Um gesto e 30 segundos que podem salvar vidas”.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia fundação esclarece que “a Fibrilhação Auricular (FA), a arritmia cardíaca mais comum em todo o mundo, é a responsável por 20 a 30 % dos acidentes vasculares cerebrais isquémicos”, salientando que para assinalar a data, a “Fundação Portuguesa de Cardiologia associa-se à Atrial Fibrillation Association  e à Arrhytmia Alliance para dar a conhecer a campanha global “Não há tempo a perder”.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia reforça que “em Portugal, o papel da sensibilização e o apoio a esta campanha cabe à Fundação Portuguesa de Cardiologia, para quem a deteção precoce e o controlo da FA são fundamentais.

Semana de Consciencialização para a Fibrilhação Auricular inicia hoje. Doença provoca um AVC a cada 15 segundos.
Fotografia: DGS

Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, realça que “o diagnóstico atempado desta arritmia pode ser fundamental na prevenção de complicações como AVCs, insuficiência cardíaca, demência ou mesmo morte súbita. Podemos controlar a FA através da gestão de comportamentos, hábitos de vida e medicação. Quanto mais cedo for detetada, maior a probabilidade de sucesso. Como diz a campanha deste ano, «não há tempo a perder”.

Ainda e acordo com Fundação Portuguesa de Cardiologia, “a partir dos 40 anos de idade, a prevalência da Fibrilhação Auricular entre os portugueses ronda os 2.5%. Ao passar os 65 anos, uma em cada dez pessoas terá desenvolvido esta arritmia. Na Europa, a estatística mostra que, a cada 15 segundos, há um AVC relacionado com FA”, sustentando que ”embora bastante prevalente, grande parte dos casos de Fibrilhação Auricular é silenciosa”.

“Só se deteta demasiado tarde e depois de deixar sequelas ou de um episódio grave, como é o caso de um Acidente Vascular Cerebral. A deteção precoce e o controlo desta arritmia são, por isso, fundamentais para a manutenção de uma boa qualidade de vida, sobretudo em determinadas faixas etárias”, acrescenta a fundação que adverte para os sinais.

“A partir dos 65 anos, devemos ter particular atenção a sinais nem sempre claros como batimento cardíaco descoordenado, pulsação rápida e irregular, tonturas, sensação de desmaio, perda do conhecimento, dificuldade em respirar, cansaço, confusão ou sensação de aperto no peito”, concretiza a nota que nos foi endereçada que sublinha: “é, por isso, aconselhável que, nestas idades, para além do controlo parâmetros como o peso, a tensão arterial ou o colesterol, se avalie o ritmo cardíaco e as pulsações de forma regular. Qualquer pessoa o pode fazer, de forma simples, através da autoavaliação do pulso”.


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