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DGS publica referencial outono/inverno 2021-22
Fotografia: DGS

Direção-Geral de Saúde publica referencial outono/inverno 2021-22

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A Direção-Geral de Saúde (DGS) publicou  o  referencial outono/inverno 2021-22, documento orientador da ação no setor da saúde, que integra um conjunto de estratégias a materializar face à evolução epidemiológica da COVID-19 e aos potenciais desafios relacionados com este período do ano.

A DGS destaca, no seu site, que o documento traça possíveis cenários “para o período de outono/inverno e tem como principal objetivo fornecer uma resposta eficiente e coordenada, reduzindo o potencial impacto deste período na saúde da população em geral e, em especial, nos grupos de risco”.

Ainda de acordo com o referencial pretende-se com este instrumento “orientar a operacionalização da resposta ao nível regional e local e assenta em seis linhas estratégicas: vigilância e intervenção em Saúde Pública; vacinação; gestão de casos; resposta intersetorial e literacia e comunicação”.

A autoridade nacional de saúde esclarece que o referencial é “dirigido às entidades do Ministério da Saúde, o documento não substitui os planos específicos de reforço da capacidade de resposta e recuperação do sistema de saúde e do Serviço Nacional de Saúde”.

DGS publica referencial outono/inverno 2021-22
Fotografia: DGS

Coordenado por Graça Freitas, o referencial realça que “a identificação atempada dos fatores que podem influenciar a saúde dos cidadãos e levar a um aumento da procura dos serviços de saúde, possibilita a minimização da sua sobrecarga e a maximização dos resultados em saúde, considerando: a evolução epidemiológica da infeção por SARS-CoV-2/COVID-19, num contexto de maior mobilidade da população e manutenção da adesão à vacinação; a possível ocorrência, simultânea ou parcial, do aumento da incidência de doenças respiratórias causada por bactérias ou outros vírus com circulação predominante neste período do ano, como o vírus da gripe sazonal e o vírus sincicial respiratório e a influência de outros fatores como o frio, os comportamentos individuais e coletivos, ou o desenvolvimento de tratamentos direcionados à COVID-19”.

O documento refere que “este Referencial pretende orientar a ação do setor da saúde e, em particular, das entidades do Ministério da Saúde, com vista ao cumprimento do seu objetivo principal: minimizar a ocorrência de doença grave e mortalidade devido à COVID-19”, salientando que a sua “concretização assenta na prossecução de seis objetivos secundários, vertidos nas linhas estratégicas: vigilância e intervenção em Saúde Pública; vacinação, gestão de casos; resposta intersetorial; literacia e comunicação”.

O documento estabelece que em “em todas são considerados os cenários propostos e respetivos níveis de resposta”.

O referencial reforça que “a vigilância universal da infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 é mantida para acompanhar a evolução das suas características e atuar de forma dirigida e atempada”, salientando que a adoção de medidas não-farmacológicas mantém a sua importância, nomeadamente nas situações de maior risco”.

No que toca à vacinação, o documento explica que “continua a ser uma intervenção fundamental na prevenção da doença”, sublinhando que “cessa a necessidade de uma campanha de vacinação intensiva, sendo este processo internalizado gradualmente pelos serviços de saúde”

Ainda de acordo com o documento, a “gestão de casos foca o diagnóstico diferencial de forma a permitir a rápida separação de doentes COVID-19 e não-COVID-19”, esclarecendo que é “evidenciada a necessidade de gestão e adequação de recursos humanos e materiais face aos cenários e níveis de resposta”.

No que toca à gestão de casos estabelece-se que a “estratégia de intensificação da testagem orientada por uma finalidade clínica e de saúde pública volta a ser identificada como essencial no controlo da transmissão da infeção por SARS-CoV-2/COVID-19”.

No que concerne à resposta intersectorial, o documento concretiza que “devido ao impacto desproporcional da pandemia nas populações vulneráveis, entre as quais as residentes nas Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas e nas Unidades de Cuidados Continuados Integrados, a intervenção junto destas deve ser priorizada”.

Ainda no que toca à resposta intersectorial, o documento precisa que “dado o impacto negativo do encerramento das escolas em toda a comunidade escolar e nos encarregados de educação, torna-se imperativa a redução da disrupção no ensino através da adaptação das medidas implementadas à evolução epidemiológica da infeção por SARS-CoV-2/COVID-19”.

O documento preconiza, ainda, que “a estratégia de comunicação é um dos fatores críticos para atingir com sucesso o objetivo principal deste referencial”, informando que o documento promove “a responsabilização individual e coletiva, que deve acompanhar o plano de desconfinamento, mantendo flexibilidade para se adaptar aos cenários”.

A DGS destaca a “necessidade de transmitir confiança e segurança, através de uma comunicação clara e baseada na evidência e com envolvimento da população”.


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