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Número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / Covid-19 com tendência decrescente

Número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / Covid-19 com tendência decrescente (c/vídeo)

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O relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19, de 08 de outubro, da autoria da Direção-Geral de Saúde e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) apontam para uma tendência decrescente a nível nacional.

O documento que se encontra disponível no site da DGS destaca que o “número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 83 casos, com tendência decrescente a nível nacional”.

O relatório esclarece que “nenhuma região apresentou uma incidência superior ao limiar de 240 casos em 14 dias por 100 000 habitantes”.

A DGS avança, ainda, que “no grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 69 casos, com tendência estável a nível nacional”, salientando que o “R(t) apresenta valor inferior a 1, indicando uma tendência decrescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (0,92) e em todas as regiões, com exceção da região do Alentejo que apresenta uma tendência crescente (1,05)”.

Fotografia: Centro de Vacinação de Paços de Ferreira

Já quanto ao “número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência decrescente, correspondendo a 22% (na semana anterior foi de 27%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

O documento declara que a “nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 1,4% (na semana anterior foi de 1,2%) encontrando-se abaixo do limiar definido de 4,0%. Observou-se um decréscimo do número de testes para deteção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias”, sustentando que a “proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 8,4% (na semana passada foi de 4,7%), mantendo-se abaixo do limiar de 10,0%”.

“Nos últimos sete dias, 94% dos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 86% dos casos”, constata a DGS e o INSA que sublinha que a “variante Delta (B.1.617.2), originalmente associada à Índia, é a variante dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100% (em atualização) dos casos avaliados na semana 38/2021 (20 a 26 de setembro) em Portugal”.

O documento refere, por outro lado que “a mortalidade específica por COVID-19 (7,8 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta uma tendência decrescente, o que revela um impacte reduzido da pandemia em termos de mortalidade por COVID-19 (menor que 10 óbitos por milhão em 14 dias)”.

“A análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade reduzida, com tendência decrescente a nível nacional, assim como uma reduzida pressão nos serviços de saúde e impacto na mortalidade com tendência decrescente”, alude o relatório.


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