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Máscaras e regras sanitárias para restauração e bebidas continuam a ser obrigatórias para trabalhadores
Fotografia: AHRESP

Máscaras e regras sanitárias para restauração e bebidas continuam a ser obrigatórias para trabalhadores

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) informa que a utilização de máscara continua a ser obrigatória para trabalhadores da restauração e similares.

“Não obstante terminar a obrigação, para os clientes, de utilização de máscara no interior dos estabelecimentos de restauração e similares, comerciais e de prestação de serviços já a partir do próximo dia 1 de outubro, o diploma referente à terceira fase de desconfinamento veio manter esta obrigação para os “trabalhadores dos bares, discotecas, restaurantes e similares, bem como dos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços em que necessariamente ocorra contacto físico com o cliente”, lê-se na nota informativa que nos foi endereçada.

A associação destaca que os estabelecimentos devem continuar a cumprir as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS).  

“Os restaurantes e similares terão de continuar a cumprir as orientações e instruções específicas definidas pela DGS para o respetivo setor de atividade no que respeita. Apesar da Direção-Geral da Saúde ter informado a AHRESP que a Orientação n.º 023/2020, para estabelecimentos de restauração, similares, bares e outros estabelecimentos de bebidas, está a ser alvo de alterações, até que a nova versão seja oficialmente publicada, estes estabelecimentos devem continuar a cumprir o estipulado na versão mais atualizada desta Orientação: versão de 31/08/2021”, avança a AHRESP que confirma que irá ser publicada muito em breve uma orientação específica para os bares e discotecas, desconhecendo, no entanto, o seu conteúdo.

A associação esclarece, por outro lado, que a linha Retomar já está disponível.

“O Banco Português de Fomento disponibilizou a Linha Retomar, uma linha de apoio à recuperação económica, criada com o objetivo de apoiar as empresas mais afetadas pela pandemia que, terminada a moratória bancária, não estejam em condições de retomar imediatamente as suas obrigações de pagamento”, reforça, sublinhando que a associação tem vindo a “alertar para o facto dos processos de reestruturação ao abrigo desta linha não influenciarem o historial bancário das empresas beneficiárias, nem prejudicarem a análise de eventuais pedidos futuros de financiamento junto da Banca. Para recorrer a este mecanismo, as empresas devem contactar os seus bancos e apresentar o pedido de operação”.

Fotografia: GNR

A AHRESP concretiza, por outro lado, que reuniu num documento único os poucos mecanismos de apoio Covid-19, com o objetivo de dar a conhecer as medidas que se encontram em vigor, para uma melhor organização e gestão financeira das empresas seus associados.

“A nova fase de retoma da atividade económica, que hoje se inicia, coincide com o começo do período de época baixa das empresas dos setores do alojamento turístico, restauração e similares. Após um verão ainda inferior aos níveis de 2019, estas empresas continuam a necessitar de apoios às suas tesourarias, para assegurar que o esforço do último ano e meio não foi em vão. Contudo, e de forma preocupante, estamos a assistir à retirada progressiva da maioria das medidas de apoio. A AHRESP reuniu num documento único os poucos mecanismos de apoio COVID-19 que ainda se encontram em vigor, para uma melhor organização e gestão financeira dos seus associados”.


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