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Terceira dose da vacina inicia esta semana. Idosos concordam com reforço.

DGS atualiza norma sobre isolamento profilático

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A Direção-geral de Saúde (DGS) atualizou a norma sobre o isolamento profilático.

A DGS esclarece, no seu site oficial, que o “estado vacinal dos cidadãos vai ser contemplado na avaliação do risco de contactos, passando a implementar-se medidas de saúde pública adequadas e proporcionadas a esta realidade, de acordo com a atualização da Norma 015/2020, da Direção-Geral da Saúde (DGS)”.

A norma classifica como “contactos de alto risco apenas pessoas que não apresentem o esquema vacinal completo ou que, estando vacinadas, tenham grande proximidade com um coabitante que seja um caso positivo de COVID-19, residam ou trabalhem num lar, ou sejam um contacto de um caso confirmado num contexto de um surto em lares, instituições de acolhimento de crianças e jovens em risco, estabelecimentos prisionais, centros de acolhimento de migrantes e refugiados”.

A norma define, ainda, os pressupostos do isolamento profilático, estabelecendo que “os contactos de alto risco estão sujeitos a isolamento profilático, no domicílio ou noutro local definido a nível local, pela Autoridade de Saúde”, sendo emitida uma Declaração de Isolamento Profilático (DIP).

A norma estabelece que “em situação excecionais, a Autoridade de Saúde pode determinar, fundamentada numa avaliação de risco caso-a-caso, o isolamento profilático a contactos de caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19 noutras circunstâncias não previstas na presente Norma”, confirmando que o “fim do isolamento profilático é estabelecido após a obtenção de um resultado negativo num teste laboratorial TAAN para SARS-CoV-2, realizado ao 10.º dia após a data da última exposição ao caso confirmado”.

A autoridade nacional de saúde avança que “se o teste molecular não estiver disponível ou não permitir a obtenção do resultado em menos de 24 horas, deve ser utilizado um teste rápido de antigénio (TRAg)”.

DGS atualiza norma sobre isolamento profilático
Fotografia: Câmara de Baião

Em situações em que o risco de geração de cadeias de transmissão a pessoas com condições associadas a evolução para COVID-19 grave é alta (avaliação caso a caso), a Autoridade de Saúde pode determinar o isolamento profilático até ao 14.º dia após a exposição ao caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19”.

A norma informa que “nas situações em que não é possível garantir adequadas condições de isolamento dentro da habitação entre o caso confirmado e o(s) seu(s) coabitante(s), a data da última exposição de alto risco corresponde à data do fim do isolamento do caso confirmado (ou à data do fim do isolamento do último caso confirmado, se mais do que um caso confirmado entre os coabitantes)”.

Em caso suspeito detetado durante a vigilância de contactos, “se durante a vigilância de contactos de caso confirmado de COVID-19: o contacto verificar o aparecimento de sintomas sugestivos de COVID-19, deve manter-se em isolamento e contactar o SNS 24 (808 24 24 24) ou, em caso de emergência, ligar para o 112 de forma a garantir o encaminhamento”.

Se a “autoridade de Saúde verificar o aparecimento de sintomas sugestivos de COVID-19, deve, através de avaliação telefónica, encaminhar o caso suspeito. Nas situações em que o caso possível/provável é identificado pela Autoridade de Saúde e tem indicação para vigilância clínica e isolamento no domicílio, o teste laboratorial para SARS-CoV-2 deve ser prescrito pela Autoridade de Saúde”.

“O caso possível/provável com indicação para vigilância clínica e isolamento no domicílio é avaliado e seguido pelas equipas das USF/UCSP, até ao resultado do teste laboratorial”, lê-se na norma.

Em situação de teste positivo, “o caso confirmado de COVID-19 mantém o seguimento nos termos da Norma 004/2020. Nestes casos, a Autoridade de Saúde deve iniciar os procedimentos de caso confirmado, incluindo a respetiva investigação epidemiológica e a implementação de medidas, de acordo com a presente norma”.

E, caso de teste negativo, “o contacto mantém o estado de vigilância e as medidas previamente definidas pela Autoridade de Saúde, nos termos da presente norma, sem prejuízo da avaliação e seguimento adequados à situação clínica, pelo seu médico assistente”.


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