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Paços de Ferreira leva Balcão Social Único ao domicílio
Fotografia: Câmara de Paços de Ferreira

Paços de Ferreira leva Balcão Social Único ao domicílio

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A Câmara de Paços de Ferreira iniciou, no dia 20 deste mês, o Balcão Social ao domicílio, um novo serviço que tem como propósitos ser um espaço de aproximação ao munícipe, promovendo um conjunto de serviços específicos no “âmbito social, psicológico e gerontológico aos mais vulneráveis”.

A autarquia pacense destaca, na sua publicação oficial, que o novo serviço tem, também, como metas “combater o isolamento dos munícipes, promovendo uma política de proximidade, baseada nos eixos de Intervenção do Plano Estratégico para a Terceira Idade do Município de Paços de Ferreira; realizar atendimentos genéricos de apoio social (ex.: apoio em medicação, bens alimentares, cartão municipal sénior, teleassistência, etc. ..) e promover a saúde mental (consultas de psicologia) e motora (sessões de reabilitação psicomotora (psicomotricidade), por forma a maximizar o potencial motor, cognitivo e socioemocional do utente, através de atividades específicas”.

Com este novo serviço é, também, objetivo do município “apoiar os cuidadores informais e delinear estratégias de intervenção nas áreas da educação /reeducação e prevenção para a saúde”.

Fotografia: Câmara de Paços de Ferreira

A câmara municipal reforça que o “contexto pandémico em que, no passado recente, vivemos de forma muito agressiva, provocado pelo covid-19, levou a constrangimentos na normal circulação do munícipe, inviabilizando formas mais comuns de proximidade”, salientando que a “proposta de trazer o Balcão Social Único ao Domicílio a cada um dos munícipes ganha força na necessidade de chegar a todos, descentralizando os serviços da Ação Social do Município”.

A autarquia confirma que “serviços de proximidade como estes, pretendem, em especial, chegar a todos aqueles que em razão de idade avançada ou de doenças crónicas, debilitadoras da saúde, jovens/ adultos portadores de deficiência e/ou incapacidade se encontrem numa situação de maior vulnerabilidade”, reconhecendo que “numa altura em que as pessoas perderam as formas habituais de se conectarem com a família e/ou com as entidades provedoras de serviços sociais e de saúde, é urgente chegar a cada um deles, levando serviços específicos no âmbito social, psicológico e gerontológico”.


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