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Relatório de monitorização das linhas vermelhas para a Covid-19 com tendência decrescente a nível nacional

Relatório de monitorização das linhas vermelhas para a Covid-19 com tendência decrescente a nível nacional

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O relatório de monitorização das linhas vermelhas para a Covid-19, desta sexta-feira, elaborado pela Direção Geral de Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA aponta para uma tendência decrescente a nível nacional.

De acordo com o mesmo relatório “nenhuma região apresentou uma incidência superior ao limiar de 480 casos em 14 dias por 100 000 habitantes.

“O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 166 casos, com tendência decrescente a nível nacional”, lê-se no documento que realça que “no grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 94 casos, com tendência decrescente a nível nacional”.

Os dados disponibilizados pela DGS e pelo INSA esclarecem que o “R(t) apresenta valor inferior a 1, indicando uma tendência decrescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (0,83) e em todas as regiões”, sustentando que o “ número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência decrescente, correspondendo a 40% (na semana anterior foi de 50%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

Fotografia: DGS

A nível nacional, os indicadores referem que “a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 1,9% (na semana anterior foi de 3,1%) encontrando-se baixo do limiar definido de 4,0%. Observou-se um aumento do número de testes para deteção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias. A proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 5,5% (na semana passada foi de 4,9%), mantendo-se abaixo do limiar de 10,0%”.

O documento informa, ainda, que “nos últimos sete dias, 98% dos casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 92% dos casos”, sublinhando que a “variante Delta (B.1.617.2), originalmente associada à Índia, é a variante dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 99,7% dos casos avaliados na semana 35/2021 (30 de agosto a 5 de setembro) em Portugal”.

“A mortalidade específica por COVID-19 (11,9 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta uma tendência estável decrescente”, acrescenta o relatório que confirma que a “análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de infeção por SARS-CoV-2 de moderada intensidade, com tendência decrescente a nível nacional, assim como uma tendência decrescente na pressão sobre os serviços de saúde e na mortalidade por COVID-19”.

Refira-se que o relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) “inclui os diversos indicadores descritos no documento das Linhas Vermelhas, nomeadamente a incidência a 14 dias e o índice de transmissibilidade (R(t)), nacionais e por região de saúde”.


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