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AHRESP defende que não reabertura da animação noturna coloca em causa produto turístico nacional
Fotografia: AHRESP

AHRESP diz que não reabertura da animação noturna põe em causa produto turístico nacional

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende que não reabertura da animação noturna coloca em causa produto turístico nacional.

“Apesar de existirem hoje mecanismos que permitem manter as atividades económicas com maior liberdade de funcionamento, sem com isso se comprometer o combate à pandemia, como é o caso da utilização do certificado digital de vacinação e dos testes à COVID-19, a incerteza e a falta de perspetivas para retomar a sua atividade mantêm-se para os estabelecimentos de animação noturna, como bares e discoteca”, destaca a associação.

A AHRESP apela, em  nota informativa, que Governo planifique uma possível reabertura, anunciando de forma atempada esta possibilidade.

“Além das necessárias medidas de apoio a estas empresas, que têm de ser mantidas e reforçadas, a AHRESP apela ao Governo que planifique uma possível reabertura, anunciando de forma atempada esta possibilidade, para que os estabelecimentos possam planear os seus negócios. Recorde-se que desde março de 2020 permanecem sem atividade e agora enfrentam a perda de mais uma época “alta”. A não abertura, com regras, destes estabelecimentos está também a enfraquecer o produto turístico português, com os turistas a preferirem outros destinos onde estes negócios estão em funcionamento”, sustenta.

Fotografia; AHRESP

A instituição propõe, também, o reforço do programa APOIAR.PT.

 “A AHRESP propôs ao Governo um Plano para compensar os efeitos da crise pandémica no Canal HORECA. Este Plano, de aplicação imediata, reúne 10 medidas essenciais em 6 áreas de intervenção – Consumo, Liquidez, Financiamentos, Fiscalidade, Emprego e Qualificação – destinadas a garantir a sobrevivência dos setores mais fustigados pela crise pandémica: o Alojamento Turístico e a Restauração e Similares. Uma das medidas propostas é o reforço da liquidez das empresas, através do prolongamento do programa APOIAR.PT. O reforço deve corresponder a 20% do montante da diminuição de faturação da empresa no 1º semestre 2021, comparativamente ao 1º semestre de 2019”, lê-se na nota informativa que nos foi endereçada, realçando que o “incentivo correspondente deverá ser atribuído, na totalidade, até 30 de setembro de 2021”.


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