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Manuel Ferreira disputa este sábado provas de fundo no Mundial de Paraciclismo
Fotografia: Manuel Ferreira

Manuel Ferreira disputa este sábado prova de fundo no Mundial de Paraciclismo

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Iniciam este sábado as provas de fundo do Mundial de Paraciclismo que está a decorrer no circuito de Estoril, em Cascais, com Manuel Ferreira a entrar de novo em ação depois do contrarrelógio já realizado.

A Federação Portuguesa de Ciclismo destaca, em comunicado que “entre as 10h00 e as 12h15 realizam-se as corridas de classe B (tamdem), com participação da dupla Ana Silva/Isabel Caetano na competição feminina, de 100,8 quilómetros”.

“ O período vespertino está guardado para as corridas das diferentes classes da categoria C. Às 13h30 iniciam-se as corridas das classes C4 e C5, com 92,4 quilómetros. Portugal contará com João Monteiro (C4), Hélder Maximino e Manuel Ferreira (C5). Os 67,2 quilómetros das corridas C1, C2 e C3 fecham o programa, com partida às 16h30. Estarão em liça o C1 Bernardo Vieira, o C2 Telmo Pinão e o C3 Paulo Teixeira”, avança a nota informativa.

A Federação Portuguesa de Ciclismo destaca que já, esta sexta-feira, “os cinco corredores que representaram Portugal no Campeonato do Mundo de Paraciclismo, no Circuito Estoril, Cascais, tiveram desempenhos que o selecionador nacional, José Marques, considera como sinais positivos para o futuro. Luís Costa, oitavo no contrarrelógio da classe H5, foi o melhor. Em termos gerais, destaque para o desempenho dos italianos, que hoje conquistaram sete títulos mundiais”

Fotografia: Federação Portuguesa de Ciclismo

“Luís Costa foi o primeiro português a correr e foi também aquele que logrou um melhor resultado final, completando os 25,2 quilómetros do contrarrelógio de classe H5 em 40m21s, o que lhe valeu a oitava posição, a 4m20s do holandês Mitch Valize, que conquistou o título mundial uma semana depois de sagrar-se campeão da Europa”, lê-se no comunicado  que nos foi enviado.

A Federação Portuguesa de Ciclismo avança, ainda, que “Portugal teve três paraciclistas no contrarrelógio de classe H4, também com 25,2 quilómetros. No entanto, só um terminaria a prova entre os 15 classificados no final da prova. Carlos Neves desistiu, na sequência de um capotamento. Rúben Garcia cortou a meta ao fim de 48m12s de esforço, mas foi reclassificado como H3 (grau menor de funcionalidade) e irá competir na nova classe na prova de fundo. Foi Flávio Pacheco terminou no 15.º posto, a 6m07s do vencedor, o holandês Jetze Plat, que revalidou o título com um registo de 35m27s”.

Já João Pinto estreou-se em Campeonatos do Mundo com o “24.º posto no contrarrelógio de classe H3, cobrindo os 25,2 quilómetros em 43m20s, mais 5m21s do que o italiano Paolo Cecchetto, vencedor com 37m59s. “Foi um dia normal para a nossa equipa, tirando o percalço do Carlos Neves. O Flávio, o Rúben e o João cumpriram, e o Luís deu boas indicações”, resume José Marques”.

Fotografia: Federação portuguesa de Ciclismo

A seleção italiana arrebatou sete camisolas arco-íris.

“Os Países Baixos também tiveram uma jornada prolífica, somando cinco medalhas de ouro. Os restantes títulos foram conquistados pelo Canadá e pela Alemanha. Ao fim de três dias de competição, Itália soma oito títulos mundiais, os Países Baixos têm cinco e a Grã-Bretanha já venceu quatro medalhas de ouro. No conjunto de todas as medalhas, já há 19 países que subiram ao pódio”, alude o mesmo comunicado.


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