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DGS recomenda utilização da vacina da AstraZeneca acima dos 60 anos
Fotografia: Direção-Geral de Saúde

DGS recomenda utilização da vacina da AstraZeneca acima dos 60 anos

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A Direção-Geral de Saúde  recomenda utilização da vacina da AstraZeneca acima dos 60 anos.

Segundo a DGS “o Comité de Avaliação de Risco em Farmacovigilância (PRAC) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou no dia 7 de abril que existe uma possível ligação entre a administração da vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca e a ocorrência de eventos trombóticos em localizações atípicas”.

“Nesta sequência, estes fenómenos passam a constar do resumo das características do medicamento como reações adversas”, referia autoridade de saúde que destaca que a Covid-19 “é uma doença grave associada a risco de internamento e de mortalidade”.

A mesma entidade destaca, no seu site online, que “globalmente, a EMA considerou que os benefícios relacionados com a prevenção da COVID-19 superam o risco destes efeitos adversos”.

Ainda de acordo com a DGS, “acima dos 60 anos não houve uma associação entre a utilização desta vacina e a ocorrência destes fenómenos trombóticos”, esclarecendo que “abaixo dos 60 anos há uma associação a fenómenos trombóticos raros e acima do esperado, que continuam em investigação”.

DGS recomenda utilização da vacina da AstraZeneca acima dos 60 anos
Fotografia: Direção-Geral de Saúde

“A decisão de vacinar tem sempre em conta um balanço entre os benefícios (prevenir a doença) e os riscos (reações adversas da vacina)”, avança a DGS que refere que “à medida que a idade avança, o risco de complicações por COVID-19 aumenta e diminui o risco dos eventos trombóticos que estão a ser associados a esta vacina. Nas populações mais jovens, o risco de complicações de COVID-19 é baixo, sobretudo em pessoas sem doenças, e é nestas populações que foram verificados os fenómenos trombóticos em investigação”.

“O objetivo da Campanha de Vacinação contra a COVID-19 em Portugal é salvar vidas e prevenir a doença grave. Este objetivo é alcançado com qualquer uma das vacinas aprovadas e utilizadas em Portugal”, acrescenta a DGS

Já o infamed, no seu site oficial, reforça que “existe uma possível ligação entre a administração da vacina e a ocorrência de coágulos sanguíneos invulgares combinado com nível baixo de plaquetas e que este efeito indesejável deve ser incluído no resumo das características do medicamento (RCM) e folheto informativo (FI) na informação da vacina Vaxzevria”.

O Infarmed explica que “uma explicação plausível para o aparecimento destas reações adversas é uma resposta imunológica similar à ocasionalmente observada em doentes tratados com heparina, designada trombocitopenia induzida por heparina (HIT, em inglês)”, frisando que “é necessária mais informação que permita clarificar este mecanismo, pelo que foi solicitada a condução de novos estudos e alteração dos já em curso”.

O Infarmed concretiza que “os casos notificados ocorreram em veias do cérebro (trombose dos seios venosos cerebrais, CVST), do abdómen (trombose venosa esplâncnica) e trombose arterial, acompanhados por níveis baixos de plaquetas, alguns deles com hemorragia”, frisando que “estes casos ocorreram principalmente em mulheres com menos de 60 anos, nas duas semanas seguintes à vacinação, não sendo possível, até ao momento, a definição de fatores de risco específicos”.

O conselho diretivo do Infarmed deixa algumas recomendações para o público em geral salvaguardando que “embora a possibilidade de aparecimento destes tipos de coágulos seja muito baixa, as pessoas vacinadas devem procurar imediatamente assistência médica, caso detetem, principalmente nas duas semanas após a inoculação da vacina, falta de ar; dor no peito; inchaço nas pernas; dor abdominal persistente; sintomas neurológicos, como dores de cabeça intensas e persistentes ou visão turva e pequenas manchas de sangue sob a pele, em locais distintos do local da injeção”.

O conselho diretivo do Infarned deixa, também, vaias recomendações para os profissionais de saúde, nomeadamente estarem “estar atentos aos sinais e sintomas de tromboembolismo e trombocitopenia para que possam tratar prontamente as pessoas afetadas, de acordo com as orientações nacionais disponíveis”, devendo os “profissionais de saúde alertar as pessoas vacinadas para procurar assistência médica”, caso venham a desenvolver “sintomas da presença associados a coágulos sanguíneos, nomeadamente, falta de ar, dor no peito, inchaço nas pernas, dor abdominal persistente; sintomas neurológicos, tais como dores de cabeça intensas e persistentes e visão turva; petéquias em locais distintos do local da inoculação após alguns dias”.


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