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Câmara de Cinfães reitera que concelho mantém a descida do número de casos ativos
Fotografia: Câmara de Cinfães

Câmara de Cinfães reitera que concelho mantém a descida do número de casos ativos

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O município de Cinfães reitera que o território mantém a descida do número de casos ativos e do número de casos por cada 100.000 habitantes, de acordo com os dados divulgados hoje pela ARS Norte.

Em nota enviada ao Novum Canal, a autarquia destaca que a “incidência de casos nas últimas duas semanas (14 dias) por 100 mil habitantes é de 71,3, muito abaixo do valor de 240 que serve como referência para a aplicação de medidas restritivas aos concelhos”.

O município relembra que “na antepenúltima semana o número de casos era de 23, descendo para 9 na penúltima semana e nos últimos 7 dias baixou para 4”, sustentando que ao mesmo tempo verifica-se que Cinfães “abandonou a lista dos 30 concelhos com o maior número de casos a norte do país nos últimos 7 dias, lista onde Cinfães apareceu durante várias semanas”.

“Agradecemos a todos que têm colaborado e contribuído para que isto aconteça e fazemos votos que assim se mantenha”, lê-se na nota que a autarquia cinfanense  nos enviou.

Refira-se que O PSD Cinfães pediu recentemente esclarecimentos  à DGS e ARS Norte sobre a situação  da Covid-19 no concelho.

Em comunicado, o PSD Cinfães esclarece que “depois de a 5 de Abril a DGS ter divulgados os dados relativos a Cinfães sobre a incidência cumulativa nos últimos 14 dias (de 17/03/2021 a 30/03/2021), onde o concelho apresenta um número de 175 casos por 100 mil habitantes, o que o coloca no grupo de Elevado Risco de Contágio, o Presidente do Município de Cinfães, Enfermeiro Armando Mourisco, divulgou dados da ARS Norte que são contraditórios e que referem uma taxa de incidência de 98,7 casos por 100 mil habitantes, valor claramente abaixo do apresentado pela DGS”.

Fotografia: Câmara de Cinfães

O PSD destaca que “esta avaliação é de extrema importância para o concelho a vários níveis e, por isso, o PSD Cinfães preocupa-se com o apuramento da verdade tendo enviado pedidos de esclarecimento em relação à situação Às duas entidades acima referidas, DGS e ARS Norte”.

O vereador do PSD Bruno Rocha e candidato às Autárquicas 2021, justifica este pedido de esclarecimento com “por um lado, a preocupação pela saúde pública e a necessidade de manter a população informada de forma rigorosa sobre o estado do concelho; e, por outro lado, o facto de desta avaliação estar dependente o cumprimento, ou não, do plano de desconfinamento traçado pelo governo, que naturalmente é muito esperado por toda a população Cinfanense, uma vez que as medidas restritivas duram desde Novembro, com os efeitos económicos e sociais que todos conhecemos”.

A concelhia social-democrata já tinha sido abordado o tema, na última reunião do executivo municipal, realizada no dia 1 deste mês, com o  vereador Bruno Rocha a questionar a câmara municipal sobre esta situação e o facto do concelho continuar “na lista de risco elevado de infetados por Covid-19”. 

“É urgente adotar medidas mais eficazes” no combate à pandemia no concelho, lê-se no comunicado que o PSD Cinfães nos enviou,  depois de conhecidos os dados que, segundo o vereador “colocam Cinfães, novamente, na lista de risco elevado de casos de contágio por Covid-19”.

“A evolução da pandemia no concelho é preocupante. Na última avaliação da DGS, Cinfães continua no patamar dos 120 a 240 casos por 100 mil habitantes”, lê-se na nota de imprensa que remete para declarações de Bruno Rocha. 

“É incompreensível que Cinfães mantenha estes números ao longo de meses”.

De acordo com o PSD Cinfães “a posição que o concelho ocupa traduz-se na impossibilidade de avançar com as medidas de desconfinamento se, em duas avaliações sucessivas, o concelho se mantiver no limiar de risco” que recorda que “Cinfães está em confinamento aos fins de semana desde novembro”.

“A preocupação com a saúde de todos os infetados é indiscutível, mas cresce também o alerta para com a economia, sobretudo com o setor da restauração, obrigado a fechar há quatro meses aos fins de semana”, salienta Bruno Rocha que confirma que é “hora de adotar medidas mais eficazes, como os testes rápidos e em massa, que permitem identificar os casos positivos e assim travar as cadeias de contágio”.

O vereador alertou o executivo municipal para a necessidade de “proceder à limpeza dos espaços públicos do concelho”, tendo referido que “em alguns locais, como jardins, passeios ou ruas é notória a falta de limpeza e manutenção, o que em nada contribui para uma evolução favorável da situação”.

Fotografia: Câmara de Cinfães

Município esclarece que risco  é baixo

Recorde-se que já esta segunda-feira, a autarquia cinfanense recorreu à sua página oficial para afirmar que em Cinfães mantém o risco baixo.

“Para completa e verdadeira informação (contrariamente à especulação negativa e falsos alertas de “profetas” da desgraça), comunica-se a evolução da situação COVID no nosso concelho, á data de 03 de abril, transmitida pela ARS Norte, entidade responsável pela área da saúde no nosso território”, refere a página oficial do município, que confirma que  na última semana “regista-se o aparecimento de seis novos casos; na penúltima semana registaram-se o aparecimento de 12 casos e na antepenúltima semana registaram-se o aparecimento de 20 casos”.

“Assim, verifica-se que no concelho de Cinfães temos os seguintes números por 100.000 habitantes: – 98,7 casos por 100.000 habitantes a 2 semanas (14 dias); – 65.8 casos por 100.000 habitantes na penúltima semana; – 32.9 casos por 100.000 habitantes na última semana”, acrescenta a publicação que a câmara municipal partilhou na sua página oficial.

“Cinfães está assim abaixo dos 120 casos por 100.000 habitantes e índice de transmissibilidade ( fator R) abaixo de 1, considerando-se pois um concelho de baixo risco. Importa agora manter estes dados, de preferência melhorá-los”, acrescenta a autarquia que apela ao cumprimento das regras e normas da Direção-Geral de Saúde (DGS).

“Para isso torna-se necessário cada um de nós manter em vigor as medidas preventivas, uso de máscara, distanciamento, higiene e desinfeção das mãos. Só assim continuaremos em baixo risco e, por conseguinte, aptos ao desconfinamento. Iremos atualizando os dados na medida da receção dos mesmos por parte da ARS Norte”, alude a informação partilhada.


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