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Ministra de Estado e da Presidência lamenta a morte de Jorge Coelho
Fotografia: Câmara de Mangualde

Ministra de Estado e da Presidência lamenta a morte de Jorge Coelho

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A Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, lamenta profundamente a morte do ex-ministro Jorge Coelho, que assumiu a pasta da Presidência do Conselho de Ministros no XIV Governo Constitucional.

O gabinete da Ministra de Estado e da Presidência refere-se, em comunicado,  a Jorge Coelho como “uma figura incontornável da política nacional, tendo sido eleito seis vezes deputado à Assembleia da República, pelo Partido Socialista, e exercido vários cargos no Governo entre 1995 e 2001, nomeadamente enquanto Ministro Adjunto, Ministro da Administração Interna e Ministro da Presidência e do Equipamento Social”.

O mesmo gabinete recorda que Jorge Coelho teve “uma carreira ligada igualmente à administração pública”, tendo-se destacado, “ainda, como dirigente partidário, analista político e empresário, demonstrando sempre, em todas as esferas da sua vida, grande entusiasmo, enorme dedicação e um espírito combativo ímpar”, deixando as sentidas condolências à família e amigos.

Também o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recorreu à página oficial da Presidência para lembrar que desapareceu, esta quarta-feira, ma das mais destacadas personalidades da vida pública portuguesa.

“Com o dramático falecimento de Jorge Coelho desaparece uma das mais destacadas personalidades da vida pública portuguesa nas décadas de 80 e 90 e no início deste século, em que foi governante, parlamentar, Conselheiro de Estado, dirigente partidário, analista político e gestor empresarial”.

Ministra de Estado e da Presidência lamenta a morte de Jorge Coelho
Fotografia: Câmara de Mangualde

O Chefe de Estado relembrou que Jorge Coelho “deixou na memória dos Portugueses o gesto singular de assumir, em plenitude, a responsabilidade pela Tragédia de Entre-os-Rios”.

“Reunindo grande intuição, espírito combativo, perspicácia política, afabilidade pessoal e sentido de humor, por entre os escolhos inevitáveis dos apoios e das contraditas, deixou na memória dos Portugueses o gesto singular de assumir, em plenitude, a responsabilidade pela Tragédia de Entre-os-Rios e a capacidade rara de antecipar o sentir do cidadão comum”, disse, apresentando à sua família as mais sinceras condolências.


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