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Mercadona e Iberdrola unem-se pela mobilidade elétrica em Portugal
Fotografia: Mercadona

Mercadona e Iberdrola unem-se pela mobilidade elétrica em Portugal

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A Mercadona e a Iberdrola unem-se para promover a mobilidade elétrica em Portugal através dos 40 pontos de carregamento distribuídos pelas 20 lojas localizadas nos distritos de Aveiro (5), Braga (2), Porto (12) e Viana do Castelo (1).

Os pontos de carregamento disponíveis estão integrados na rede de mobilidade elétrica MOBI.E e com uma potência de 22 kW.

A empresa esclarece, em comunicado, que em “2021 somam-se oito novas lojas que também disponibilizarão pontos de carregamento elétricos”, sustentando que “para aceder a este serviço de mobilidade – um passo importante na estratégia de desenvolvimento para a transição energética das duas empresas – os clientes têm apenas de possuir um cartão de um comercializador de eletricidade para mobilidade elétrica (CEME). Desta forma, e a uma tarifa de operação (OPC) competitiva de 0,02 €/min, os consumidores podem carregar o seu veículo elétrico enquanto fazem as suas compras”.

Citado em comunicado, Pedro Torres, director de Smart Mobility na Iberdrola Portugal, destaca que esta parceria permite ir ao encontro das necessidades dos clientes.

“A Iberdrola defende que o caminho para desenvolver produtos e serviços passa por conhecer melhor os clientes, percebendo as suas necessidades e convertendo-as em soluções. Se queremos mudar o mercado energético, tornando-o mais verde, temos de ajudar os consumidores, pois serão eles os nossos principais parceiros nesta transformação”, disse.

Mercadona e Iberdrola unem-se pela mobilidade elétrica em Portugal
Fotografia: Mercadona

Já Marta Cortizas, diretora Regional de Obras e Expansão da Mercadona Portugal, destaca que “esta aposta da Mercadona, em parceria com a Iberdrola, permite não só reduzir o impacto ambiental em matéria de sustentabilidade como também oferecer aos “Chefes” um serviço mais eficaz e comodo enquanto fazem as suas compras. No âmbito do seu compromisso de dizer “Sim a continuar a cuidar do Planeta”, a empresa procura alternativas sustentáveis e que se adequem às necessidades reais do dia a dia.  Ao integrar a rede MOBI.E, os supermercados Mercadona promovem a mobilidade elétrica encorajando os “chefes” a adotarem estilos de vida mais verdes.”

A empresa manifesta que a “Iberdrola e a Mercadona assumem o compromisso com a mobilidade elétrica, ao mesmo tempo que vão ao encontro das necessidades do consumidor, ajudando famílias e empresas no processo de transição energética. Ambas as empresas têm um compromisso com a economia portuguesa e o objetivo de crescer no mercado nacional de forma sustentável, pondo o consumidor no centro da sua atividade. Assim, estes pontos de carregamento constituem um passo importante numa estratégia de desenvolvimento mais alargada de transição energética das duas empresas que já está em curso e que continuará”. 

Refira-se que rede de lojas Mercadona com Pontos de Carregamento Elétricos abrange no distrito de Aveiro; Ovar; São João da Madeira; Aveiro (2); Águeda.

No distrito do Porto, a rede de lojas incluiu já a cidade do Porto  (2); Matosinhos; Vila Nova de Gaia (2); Gondomar; Maia; Santo Tirso; Penafiel; Ermesinde; Paços de Ferreira e Trofa.

No distrito do Braga, a rede conta com pontos de carregamento em Braga e Barcelos.

No distrito de Viana do Castelo com pontos em Viana do Castelo.

Em 2021, a rede amplia-se ao distrito de Aveiro;  Santa Maria da Feira; Espinho.

 No distrito do Porto, Matosinhos irá ter um ponto de carregamento, assim como Vila do Conde; Felgueiras e Valongo.

No Distrito do Braga, Guimarães e Famalicão irão passar, também, a integrar a rede de pontos de carregamento.

A empresa esclarece que “em 2016, a Mercadona anunciou Portugal como o país escolhido para a sua primeira internacionalização. Logo desde o início, e com o paradigma de “Em Portugal, somos portugueses”, tendo criado “a empresa portuguesa Irmãdona Supermercados, com o objetivo de criar riqueza no país. A sede está localizada em Vila Nova de Gaia (Porto), onde também se encontram os escritórios centrais”.

A empresa avança que “com o objetivo de preparar a abertura dos primeiros supermercados do país, a empresa inaugurou em 2017 o Centro de Coinovação de Matosinhos (Porto) com o objetivo de estudar os gostos e hábitos dos “Chefes” (clientes) portugueses”, dispondo “ainda de um Bloco Logístico na Póvoa de Varzim (Porto), para o abastecimento diário das suas lojas”.

“No dia 2 de julho de 2019, abriu o primeiro supermercado em Canidelo, Vila Nova de Gaia, o primeiro da cadeia em Portugal. Com esta abertura, a que se juntaram mais nove lojas em 2019, localizadas nos distritos do Porto, Braga e Aveiro, e mais 10 lojas em 2020, chegando ao distrito de Viana do Castelo, a Mercadona conta atualmente com um total de 20 lojas em Portugal. Em 2021, prevê a abertura de mais 9 lojas nos distritos do Porto, Braga e Aveiro”, lê-se no comunicado que nos foi enviado.

A nota à imprensa realça que a “Iberdrola é uma das principais empresas energéticas do mundo, líder em energias renováveis, que comanda a transição energética rumo a uma economia baixa em emissões. O Grupo fornece energia para cerca de 100 milhões de pessoas em dezenas de países e desenvolve as suas atividades de renováveis, redes e comercial na Europa (Espanha, Reino Unido, Portugal, França, Alemanha, Itália e Grécia), Estados Unidos, Brasil, México e Austrália e mantém como plataformas de crescimento mercados como Japão, Irlanda, Suécia e Polónia, entre outros”.

“Com um quadro de pessoal de mais de 37.000 pessoas e ativos superiores a 122.518 milhões de euros, em 2020 obteve receitas superiores a 33.000 milhões de euros e um lucro líquido de 3,611 milhões de euros. A empresa contribui para a manutenção de 400.000 postos de trabalho na sua cadeia de fornecimento, com compras anuais de 14.000 milhões de euros. Referência no combate contra as mudanças climáticas, destinou mais de 120.000 milhões de euros nas duas últimas décadas para a construção de um modelo energético sustentável, baseado em sólidos critérios ambientais, sociais e de governança (ESG)”, acrescenta o comunicado.


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