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Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal propõe três desafios ao Governo
Fotografia: APDP

Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal propõe três desafios ao Governo

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A   Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal propõe três desafios ao Governo para “fazer a diferença no combate à diabetes, uma doença que afeta mais de um milhão de portugueses”.

Antecipando o Dia Mundial da Saúde, que se celebra esta quarta-feira, Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e fazendo jus do lema da Organização Mundial de Saúde que destaca a importância dos Trabalhadores de Saúde e Cuidadores, a instituição defende que “e necessário acabar com a visão de que a diabetes é uma doença provocada pelo estilo de vida, sem considerar a sua complexidade, a influência da genética, dos ambientes obesogénicos e o impacto das desigualdades sociais”.

“Uma abordagem da “saúde em todas as políticas” ajuda a projetar comunidades mais favoráveis à saúde e não à doença, através de melhores condições de habitação, emprego, transportes, entre outras políticas sociais. As escolas, de todos os níveis de ensino, devem integrar no seu currículo perspetivas práticas de educação para a saúde. As estratégias de prevenção e diagnóstico precoce devem envolver as organizações de base comunitária, além das unidades de saúde”, lê-se na nota de imprensa.

A associação defende, também, o reforço dos cuidados de proximidade, “assegurando a sua agilização, garantindo um médico para cada cidadão, e criando uma forte articulação com as autarquias e o setor social”.

“Devem ser implementados novos modelos de prestação de cuidados através da criação de unidades integradas e multidisciplinares, a exemplo do trabalho desenvolvido pela APDP, com objetivos centrados em resultados de saúde relevantes para as pessoas e que promovam a autonomia e os cuidados personalizados e centrados na avaliação de necessidades”, acrescenta a associação que manifesta que “é essencial assegurar o acompanhamento, a vigilância e os cuidados de qualidade das pessoas com diabetes. A aposta na educação terapêutica e no apoio pelos pares deve ser incluída nos serviços de saúde, dada a evidência da sua eficácia para o apoio psicológico, melhoria dos resultados de saúde e bem-estar. O acesso à inovação deve ser garantido com base em modelos de avaliação que incluam as pessoas com diabetes e resultados que, para elas, sejam relevantes”.

Fotografia: APDP

A APDP  esclarece que a “integração de novas tecnologias e a digitalização da saúde devem ser acompanhadas de estratégias de aumento da literacia em saúde e de mecanismos que assegurem que ninguém fica para trás”, sublinhando que a “aposta na inovação, na literacia em saúde e a adequação dos cuidados de saúde às necessidades específicas das doenças crónicas são outras prioridades da APDP”.


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