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Projeto para a construção de praia fluvial em Lordelo está em marcha

Projeto para a construção de praia fluvial em Lordelo está em marcha

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O presidente da Junta de Freguesia de Lordelo, Nuno Serra, revelou que está em em marcha o projeto para a construção de uma praia fluvial, uma aspiração do seu executivo e da comunidade.

Em declarações ao Novum Canal, o autarca realçou que a ideia de avançar com a praia fluvial surgiu na sequência de várias reuniões que manteve com o Ministério do Ambiente.

“Nessas reuniões garantiram-me que a qualidade da água iria ser excelente e questionei o próprio ministro se me dava a garantia de que poderia fazer uma praia fluvial e poder candidatá-la a bandeira azul e garantiram-me que sim. Nesse sentido imediatamente coloquei mãos à obra e queremos que nos garantam que essa água vai ter qualidade, o que até hoje, não é o caso, mas iremos fazer todos os esforços para que isso aconteça”, disse, destacando esperar que este projeto seja exequível a curto prazo.

O autarca de Lordelo defendeu que uma forma de garantir a qualidade da água  passa por colocar um coletor desde a saída da etar até ao final do parque de lazer.

“Só assim poderemos ter a certeza que a água vai ter qualidade, pelo menos, naquela zona e é isso que continuamos a insistir e espero que o Ministério do Ambiente tenha, também, essa perceção e consiga resolver o problema a curto prazo”, atalhou.

Questionado sobre a etar de Arreigada, o responsável pelo executivo da Junta de Freguesia de Lordelo defendeu que a situação mudou um pouco, mas continua a constituir um problema ambiental e de saúde “grave”

“Ainda esta semana verificamos que a água apresentada uma cor escura. Quero acreditar que há muita vontade em melhorar, mas já não acredito em ninguém porque não passa de um conjunto de mentiras para empurrar o problema para a frente”, disse, salientando que a questão está longe de estar solucionada e aquilo que o povo de Lordelo quer, precisa e exige é que seja resolvido imediatamente”, concretizou.

Nuno Serra relembrou que já é tempo a mais,  sendo que os problemas persistem.

“Quando se investe mais de cinco milhões de euros numa etar e se garante que se vai resolver o problema, isto já é tempo a mais para o problema ficar resolvido”, afiançou, sustentando que além do problema ambiental, está em causa todo um ecossistema, a fauna, a flora, assim como a própria saúde pública.

“Está tudo podre no nosso rio e é tudo graças a um crime público em que parece que toda a gente assobia para o lado e só o povo de Lordelo está preocupado com isso. A verdade é que vamos continuar a insistir, temos processos em tribunal, alguém vai ter de pagar por este crime e alguém vai ter de repor tudo o que tínhamos na nossa cidade e no nosso rio e convém dizer que o nosso rio era um dos maiores rios truteiros da Europa. Aquilo que fizeram ao nosso rio é um crime a todos os títulos”, concretizou, deixando várias críticas à forma cm o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, assim como o Ministério do Ambiente, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e outras entidades locais têm gerido este processo.


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