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Governo determina reabertura do 2.º e 3.º ciclo e centros de dia
Fotografia: República Portuguesa

Governo determina reabertura do 2.º e 3.º ciclo e centros de dia a partir de segunda-feira

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O Governo determinou, esta quinta-feira, na sequência do  Conselho de Ministros, a reabertura do  2.º e 3.º ciclo e centros de dia de apoio às pessoas idosas, prosseguindo a estratégia gradual de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença Covid-19.

O decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República, aprovado esta quinta-feira, determina a reabertura do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário; centros de atividades de tempos livres e centros de estudo e similares, para os alunos que retomam agora as atividades educativas e letivas; equipamentos sociais na área da deficiência; centros de dia de apoio às pessoas idosas e estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços em estabelecimentos abertos ao público, com menos de 200 m2 e porta para a rua”.

O decreto prevê, também, a reabertura de “museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos ou similares, nacionais, regionais e municipais, públicos ou privados, bem como de galerias de arte e salas de exposições”m referindo que “estes equipamentos encerram às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados”.

O decreto preconiza, igualmente, a reabertura dos “estabelecimentos de restauração para serviço em esplanadas, com um limite de quatro pessoas por grupo”, sustentando que  “estes estabelecimentos devem encerrar às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados”.

Permite-se, também,  “o funcionamento de feiras e mercados, para além das feiras e mercados de produtos alimentares, mediante autorização do presidente da câmara municipal territorialmente competente, de acordo com as regras fixadas; a atividade física e desportiva de baixo risco, bem como a prática de atividade física e desportiva em ginásios e academias, estando proibida a realização de aulas de grupo; a prática de atividade física ao ar livre, em grupos de até quatro pessoas”.

Fotografia: República Portuguesa

O Governo permite, no âmbito das instalações desportivas “a abertura de determinados equipamentos: campos de tiro; courts de ténis, padel e similares; circuitos permanentes de motas, automóveis e similares; velódromos; hipódromos e pistas similares; ginásios e academias; pistas de atletismo e campos de golf”.

Esta decisão teve “em conta a avaliação dos critérios epidemiológicos de definição de controle da pandemia, foi decidida a reabertura, no próximo dia 5 de abril, das seguintes atividades”.

O Conselho de Ministros aprovou, também,  “o decreto-lei que altera as medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da doença COVID-19 no âmbito cultural e artístico. O presente diploma estabelece as normas aplicadas aos espetáculos do ano de 2021”.

O decreto prevê, por um lado, “ a possibilidade de, durante o ano de 2021, serem realizados, em articulação com a Direção-Geral da Saúde, eventos teste-piloto, para a definição das orientações técnicas a serem seguidas face à evolução da pandemia da doença COVID-19” definindo “as regras aplicáveis em caso de reagendamento ou cancelamento dos espetáculos e festivais, por decisão Governo ou da DGS, bem como nos casos em que tais eventos não possam ocorrer”.

O Governo preconiza que “no caso dos espetáculos e festivais inicialmente agendados para o ano de 2020 e que ocorram apenas em 2022, prevê-se que os consumidores possam pedir a devolução do preço dos bilhetes, no prazo de 14 dias úteis a contar da data prevista para a realização do evento no ano de 2021”.

“Caso tal não aconteça, considera-se que o consumidor aceita o reagendamento do espetáculo para o ano de 2022”, refere o comunicado do Conselho de Ministros que acrescenta “o mesmo acontece com os vales emitidos com validade até ao final do ano de 2021, que passam a ser válidos até ao final do ano de 2022”.

O Governo aprovou, também, “o decreto-lei que clarifica a natureza dos apoios sociais de resposta à pandemia da doença Covid-19, pagos aos trabalhadores como compensação pela perda de rendimentos, os quais se consideram ou equiparam, na sua grande maioria, a prestações do sistema de segurança social, estando, por isso, excluídos de tributação em sede de IRS”.


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