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Bruno Fernandes candidato pelo PSD à Câmara de Guimarães
Fotografia: PSD Guimarães

Bruno Fernandes candidato pelo PSD à Câmara de Guimarães

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Bruno Fernandes, presidente da Comissão Política do PSD Guimarães e vereador na autarquia vimaranense é candidato pela coligação Juntos Por Guimarães à Câmara Municipal de Guimarães.

Em nota enviada ao Novum Canal, o PSD Guimarães esclarece que o candidato “é o mais novo de três irmãos, nascido numa família de São Torcato, ligada ao têxtil como tantas  outras no concelho”.

O PSD Guimarães destaca que a “marca da indústria ficou na família”, salientando que Bruno Fernandes “cresceu e estudou em São Torcato até aos 13 anos, no 9º ano mudou-se para o liceu, em  Guimarães. As áreas ligadas à gestão e à economia já diziam qualquer coisa ao Bruno  adolescente, foi essa a opção para fazer o 12º ano. Terminado o secundário, o percurso óbvio era ir para a universidade, dar oportunidade aos filhos  de estudarem era uma prioridade dos pais. Bruno Fernandes, contudo, optou por um via  alternativa, aos 17 anos foi trabalhar. O primeiro emprego foi na contabilidade da Têxteis Tarf”

“O meu pai dava-me essa liberdade e eu queria experimentar o mundo do trabalho”, confessa, salientando que “desde muito cedo aprendi o valor do trabalho duro, atrás do balcão”.

O PSD Guimarães destaca que, na verdade, Bruno Fernandes já trabalhava antes, embora informalmente, sendo que o “irmão, naquela  altura, era sócio de uma pastelaria em São Torcato, onde Bruno ajudava”.

“Dormia em casa dos  meus avós para cumprir os meus turnos”, lembra.

Fotografia: PSD Guimarães

O partido recorda que o candidato fala desse tempo com orgulho.

“Desde muito  cedo aprendi o valor do trabalho duro, atrás do balcão. Aprendi a cozinhar, a fazer francesinhas,  a tirar finos. Não era trabalho em sentido formal, até porque eu tinha entre os 14 e os 16 anos,  mas muito cedo percebi o que custava a ganhar a vida”.

“Foi por esta altura que apanhou o autocarro de São Torcato para Guimarães e se dirigiu à sede  do PSD para se filiar”, lê-se no nota de imprensa.

“Não fui filiado por ninguém, foi por iniciativa minha que me juntei à JSD”.  Embora não houvesse história de militância na família, Bruno reconhece que a admiração do pai  pela figura de Sá Carneiro teve alguma influência na sua opção”, esclarece o comunicado que nos foi enviado que reforça  que Bruno Fernandes é “um homem de relações duradouras, a esposa, uma professora com quem tem dois filhos, de  11 e seis anos, vem dos tempos da escola em São Torcato”.

Depois de um ano a trabalhar em contabilidade, foi para o Politécnico do Porto, em 1997, estudar Contabilidade e Administração de Empresas.

“Já ia com alguma noção do que é o mundo  do trabalho”, confessa.

“No final da licenciatura, em 2002, foi ao processo de recrutamento da Arthur Andersen, uma  empresa de consultoria, auditoria e contabilidade que preenchia os sonhos dos estudantes da área da economia e gestão, naquela época. Descontraidamente, reconhece que foi pressionado  por um amigo, “que queria boleia”, alude a mesma nota de imprensa.

“De entrevista em entrevista, foi passando e acabou por ser integrado, primeiro como estagiário,  ainda a terminar o curso e depois nos quadros. Quando a Deloitte comprou a Arthur Andersen, ainda ficou mais um ano, mas no final de 2003 surgiu o desafio de integrar a equipa do Governo  Civil de Braga”, acrescenta a nota de imprensa que destaca que o candidato já à data “tinha uma vontade de serviço público… anterior e que talvez tenha sido  o que me trouxe para a política”

Fotografia: PSD Guimarães

“Foi uma decisão difícil, num momento em que estava numa empresa muito boa, mas tinha uma  vontade de serviço público que era anterior e que talvez tenha sido o que me trouxe para a  política, para o PSD neste caso”, refere o comunicado que remete novamente para declarações do candidato “Ainda saiu com licença sem vencimento, mas acabaria por não  voltar”.

Bruno Fernandes foi chefe de gabinete do presidente da  Câmara da Póvoa de Lanhoso.  

“Quando, em 2005, houve eleições e a comissão no Governo Civil terminou, o presidente da  Câmara da Póvoa de Lanhoso viu como muito positiva a experiência acumulada naquela função  e fez dele chefe de gabinete. Bruno Fernandes fala deste período como uma época de grande  aprendizagem no domínio autárquico”, avança a estrutura que apoia o candidato que destaca que o Bruno Fernandes acabou “por tomar contacto com todos os assuntos e  instituições fundamentais na gestão de um município: PDM, cultura, proteção civil, CCDR, CIM  do Ave, Associação Nacional de Municípios…”

 “Não me vejo como um  funcionário público, antes como um servidor público com uma missão”, afirma.

Bruno Fernandes foi presidente da Junta de Freguesia de São Torcato (2005-2017); membro da Assembleia  Municipal de Guimarães, desde 2001, exerce funções como  vereador da Câmara de Guimarães, desde 2017.

É presidente do PSD Guimarães, a cumprir o segundo mandato e é também presidente do Grupo Folclórico de São Torcato, desde 2016.


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