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Ricardo Sousa apresentou candidatura à câmara municipal e afirmou que PSD tem de fazer bem e melhor para ser referência

Ricardo Sousa apresentou candidatura à câmara municipal e afirmou que PSD tem de fazer bem e melhor para ser referência

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O presidente da Comissão Política Concelhia do PSD Paredes e candidato às eleições autárquicas pelo PSD, agendadas para este ano, apresentou, este sábado, no Parque José Guilherme em Paredes (frente à Câmara), as linhas mestras da sua candidatura.

O momento foi acompanhado por vários militantes do partido e pelos ex-presidentes da Câmara de Paredes, Celso Ferreira e Granja da Fonseca.

Na sua intervenção,  Ricardo Sousa enalteceu a presença dos dois ex-autarcas, rotulou-os como dois ex-bons autarcas que deixaram obra.

Aos jornalistas, o candidato social-democrata realçou a pluralidade de ideias que existe no partido assim como  a união naquilo que são os melhores projetos para o concelho.

Ricardo Sousa relevou a importância de ajudar as pessoas e as famílias atingidas pela crise pandémica, assumindo mesmo que se fosse presidente da autarquia não descansaria enquanto não arranjasse o dinheiro suficiente para ajudar as muitas famílias atingidas pela crise sanitária.

“Isso não tem sido feito. Temos a obrigação com as ferramentas que estão ao nosso alcance de evitar que isso não aconteça”, disse, salientando que a subsidiodependência que regressou ao concelho não pode continuar a existir.

“Em pleno século XXI isso não pode existir, porque só darmos em função da cara, isso não faz sentido nenhum”, atalhou.

No domínio das  freguesias,  Ricardo Sousa referiu que se for eleito presidente da autarquia terá uma estratégia simples e clara, isto é, convocará todos os autarcas e dir-lhes-á qual o montante que cada um dos presidentes irá ter para investir nas suas freguesias.

“Os presidentes de junta têm legitimidade porque são os representantes máximos daquelas freguesias”, afiançou.

Falando dos investimentos em curso, o candidato eleito pelo PSD  para disputar a Câmara de Paredes assumiu não estar  contra os projetos novos que  estão a ser implementados pelo atual executivo municipal, liderado por Alexandre Almeida.

“Aliás,  o Pavilhão das Laranjeiras, o PSD em tempo útil comprou o Pavilhão das Laranjeiras, caso contrário não existia. Paredes se quiser ser um concelho de referência à altura e dimensão que tem, não seria melhor confluir este dois projetos e que se tivesse feito um multiusos  que fosse referência no Norte e a competir com os maiores do Norte”, disse.

O candidato laranja criticou, também, a inexistência de cuidados de saúde no concelho, a partir das 20h00, 21h00.

“Não existe em lado nenhum. Isso não pode acontecer num concelho moderno”, acrescentou.

O líder do PSD Paredes referiu-se ainda ao setor do mobiliário para criticar a falta de respostas e de projetos do atual  município para este setor, que o candidato considerou como sendo muito forte, defendendo inclusive a criação de uma feira de profissionais  para o setor.

Ricardo Sousa recordou, ainda, que a Be Water  está em atraso em mais de 31 milhões de euros de investimento no concelho.

“Vão ser os paredenses a pagar. A Be Water pode ser o Novo Banco do concelho de Paredes”, afirmou, reconhecendo que este é um problema grave, reiterando que durante estes anos, nunca tanto se “assacou” em impostos aos paredenses, como agora.

“Nunca os paredenses pagaram tanto os impostos municipais como agora”, retorquiu, garantindo que o PSD tem de fazer bem  e melhor para ser referência no concelho.


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