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Governo apresenta medidas para segunda fase de desconfinamento
Fotografia: AHRESP

AHRESP diz que regras claras e atempadas são necessárias

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende regras claras e atempadas com o novo levantamento das restrições, agendado para o dia 5 de abril.

 “No dia 5 de abril terá início um novo levantamento das restrições, que incluirá a reabertura parcial das esplanadas. No entanto, ainda não se conhecem detalhes sobre as medidas previstas. A AHRESP apela ao Governo que disponibilize informação clara e antecipada para que as empresas se possam preparar adequadamente. Recordamos que AHRESP solicitou, há uma semana, esclarecimentos junto da tutela que dizem respeito às regras do desconfinamento, não tendo ainda obtido todas as respostas”, avança a associação que faz um apelo aos consumidores que encomendem refeições em take-away e delivery.

“No período de Páscoa, as empresas de restauração e similares vão poder manter-se a funcionar em regime de take-away e delivery. No caso das entregas ao domicílio, não haverá qualquer limite às deslocações entre concelhos. Para que tudo corra da melhor forma, a AHRESP apela aos consumidores para que encomendem de forma atempada as suas refeições da Páscoa, evitando assim que se esgotem produtos e também para que as empresas possam planear com o mínimo de antecedência os seus stocks e funcionamento operacional”, adianta a instituição.

Fotografia: AHRESP

A associação apela, ainda, para que sejam reforçados os instrumentos de apoio ao emprego em Portugal, “diminuindo assim os encargos das empresas da restauração, similares e alojamento turístico nesta fase crítica de encerramento legal e de ausência de atividade”.

“O programa SURE é um instrumento que pode prestar assistência financeira, sob a forma de empréstimos da União Europeia aos Estados-Membros, para fazer face a aumentos súbitos da despesa pública em prol da preservação do emprego. No âmbito deste mecanismo, Portugal tem direito a um total de 5,9 mil milhões de euros. A Comissão Europeia publicou a sua primeira avaliação preliminar do impacto do SURE, onde foi possível concluir que Portugal é um dos três países da União Europeia que ainda não gastou a totalidade do montante concedido, embora os gastos da grande maioria dos países europeus tenham inclusive excedido os montantes financiados pelo SURE”, acrescenta a AHRESP.


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