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Exportações de viagens e turismo começam o ano em queda
Fotografia: AHRESP

Exportações de viagens e turismo começam o ano em queda

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) refere, com base em informação estatística do Banco de Portugal, que “em janeiro de 2021, as receitas turísticas internacionais sofreram uma queda acentuada, situando-se em 357,81 milhões de euros (-64% face ao mesmo mês de 2020)”.

A AHRESP avança, com base na mesma fonte,  que o “setor das viagens e turismo representou 25,5% das exportações de serviços e 6,3% do total das exportações de bens e serviços.

A associação esclarece, ainda, com recurso dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), que ), em janeiro de 2021, os aeroportos nacionais movimentaram menos 79,3% passageiros em janeiro.

“Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em janeiro de 2021 aterraram nos aeroportos nacionais 5,8 mil aeronaves em voos comerciais (-62% face a janeiro de 2020) e foram movimentados 772 mil passageiros (-79,3%). A França foi o principal país de origem e destino dos voos e o Reino Unido deixou de constar entre o conjunto dos principais países de origem e destino”, salienta a associação, que adverte, também, para o facto dos “despedimentos coletivos duplicam em 2020”.

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Fotografia: AHRESP

“De acordo com a Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), em 2020 foram abrangidos por processos de despedimentos coletivos 15.546 trabalhadores (8.033 efetivamente despedidos e 7.513 a despedir), o maior número registado desde 2013 e mais do dobro dos valores de 2019. Os despedimentos foram maioritariamente concretizados por pequenas empresas (43%) e por microempresas (38%)”, declara em comunicado, salientando que a “região com maior número de trabalhadores despedidos foi Lisboa e Vale do Tejo, que concentrou mais de metade do total dos trabalhadores abrangidos (56%), seguida da região Norte (29%)”.

Por atividade, o “setor do Alojamento e Restauração conta já com 1.118 trabalhadores efetivamente despedidos em processos de despedimento coletivo, ultrapassado apenas pelo setor das Indústrias Transformadoras e pelo setor do Comércio por grosso e a retalho e Reparação de veículos automóveis e motociclos. O motivo mais comum para o despedimento coletivo é a redução de pessoal (54%), seguido do encerramento definitivo (35%)”.


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