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Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal defende que testagem tem de ir mais longe
Fotografia: Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal

Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal defende que testagem tem de ir mais longe (c/vídeo)

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A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) congratula-se com as medidas anunciadas, na sexta-feira, no âmbito da portaria n.º 56/2021 sobre a realização em autoteste de testes rápidos de antigénio, mas reforça que a política de testagem tem de ir mais longe.

A APDP esclarece, em comunicado de Imprensa, que considera, no entanto, que o sistema de testagem proposto é “uma solução tímida e sem garantias de continuidade”.

A APDP recorda que os testes rápidos de antigénio abrangidos pelo presente regime excecional podem ser disponibilizados  “às unidades do sistema de saúde;  para venda em farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica autorizados e noutros locais a definir por despacho do membro do Governo responsável pela área da saúde”.

Citado em comunicado, o presidente da APDP,  José Manuel Boavida, considera que esta “é uma boa solução, mas tímida e sem garantias de continuidade. Facilitar a vida das pessoas é sempre determinante para o sucesso das políticas. Continuamos a considerar que é necessário existir um plano global de testagem com medidas interligadas, como parte do plano de desconfinamento. Não pode haver desconfinamento seguro sem esse plano. A oferta de um teste por pessoa, por semana, como estratégia de testagem de iniciativa do Estado e da Administração Local e o reforço da comunicação para motivar a população a aderir a esta forma de auto-testagem serão complementares para que o controlo da pandemia seja conseguido e percebido por todos”.

No comunicado, a APDP, relembra que “no dia 10 de março a APDP, em conjunto com outras associações de doentes, médicos e autarcas, lançou uma petição que sugere a implementação de duas medidas: a venda sem prescrição médica obrigatória dos testes rápidos de antigénio para o SARS-CoV2, preferencialmente os de saliva e a oferta semanal de um teste rápido de antigénio por pessoa, através do Centro de Saúde, da Junta de Freguesia ou de organizações de base comunitária”.

“A petição é uma proposta das associações que assenta na colaboração, participação e cidadania num projeto de desconfinamento que garanta segurança e confiança no futuro. É a resposta cidadã à estratégia central de testagem do Governo e Administração Local. Nessa estratégia, a testagem sistemática deve existir nos locais de concentração de pessoas: das escolas, às fábricas, aos escritórios, às lojas, entre tantos outros, passando pelos centros de saúde e hospitais”, acrescenta José Manuel Boavida que sublinha que “dar e facilitar o acesso dos testes rápidos de antigénio para o SARS-CoV2 às pessoas é enquadrá-las nesse projeto global”.

Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal defende que testagem tem de ir mais longe
Fotografia: Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal

A APDP foi fundada em 1926, sendo uma associação de “pessoas com diabetes mais antiga do mundo”.

A associação integra cerca de 15 mil associados, “desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade”.

“A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes”, sustenta a nota de imprensa. 


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