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DRS e Infarmed afirmam que evidências não confirmam vacina AstraZeneca seja a causa dos eventos tromboembólicos
Fotografia: DGS

DRS e Infarmed afirmam que evidências não confirmam que vacina AstraZeneca seja a causa dos eventos tromboembólicos (c/vídeo)

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A Direção-Geral de Saúde (DGS) e o Infarmed emitiram, uma circular informativa conjunta, que se encontra vertida na página da DGS, em que afirmam que evidências disponíveis não confirmam que esta vacina AstraZeneca seja a causa dos eventos tromboembólicos.

A circular informativa da DGS e do Infarmed acontece depois das autoridades dinamarquesas, norueguesas e islandesas terem suspendido temporariamente a administração da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19.

“Face à ação das autoridades dinamarquesas, norueguesas e islandesas de suspender temporariamente a vacinação com a vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca A decisão, por parte das autoridades dinamarquesas, norueguesas e islandesas de suspensão temporária da vacinação com a vacina da AstraZeneca foi uma medida de precaução. Não foi confirmado que os eventos tromboembólicos notificados tenham sido causados por esta vacina”, refere a circular que esclarece que as pessoas podem ser vacinadas de acordo com o agendamento efetuado.

A DGS e o Infarmed destacam que “como medida de precaução, a Dinamarca, a Noruega, e a Islândia interromperam temporariamente a campanha de vacinação com a vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca, enquanto decorre a investigação dos eventos tromboembólicos verificados em pessoas que receberam esta vacina”.

DRS e Infarmed afirmam que evidências não confirmam vacina AstraZeneca seja a causa dos eventos tromboembólicos
Fotografia: DGS

A mesma circular avança que “como medida preventiva e temporária, foi decidida a suspensão de lotes pelas autoridades da Áustria, Estónia, Letónia, Lituânia e Luxemburgo (lote ABV5300) e da Itália e Roménia (lote ABV2856) da vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca”, sublinhando que estes lotes não foram distribuídos para Portugal.

A DGS e o Infarmed confirmam que a “segurança das vacinas é de extrema importância. A Agência Europeia de Medicamentos e todas as autoridades competentes nacionais, em que se incluem o INFARMED, I.P. e a DGS, estão a monitorizar continuamente a segurança das vacinas, para garantir que os benefícios superam quaisquer potenciais riscos, em articulação com os seus parceiros internacionais”.

As duas entidades avisam que “os eventos tromboembólicos podem ocorrer naturalmente, e não são raros. O número de eventos tromboembólicos comunicado até agora entre pessoas vacinadas na União Europeia não é superior ao que ocorre naturalmente na população em geral. Até ao momento, as evidências disponíveis não confirmam que esta vacina seja a causa dos eventos tromboembólicos registados após a vacinação, estando estes eventos a ser cuidadosamente avaliados por peritos nacionais e europeus”.

A DGS refere ainda que “na União Europeia, até dia 10 de março de 2021, foram administradas cerca de 5 milhões de doses da vacina da AstraZeneca e, até final de fevereiro, foram inoculadas no Reino Unido cerca de 10 milhões de doses, não tendo sido emitido nenhum alerta de segurança sobre estes eventos”, reforçando que a “saúde pública e a segurança do cidadão estão sempre em primeiro lugar. A DGS e o INFARMED, I.P. reiteram que os benefícios desta vacina continuam a superar os riscos, pelo que a vacina pode continuar a ser administrada nas datas agendadas para o efeito”.


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