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IFRRU 2020 atinge os 800 milhões de euros de investimento em reabilitação urbana

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Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2020) conta já com 285 contratos, num valor de investimento de mais de 800 milhões de euros para a reabilitação integral de edifícios e melhoria do seu desempenho energético.

Segundo o gabinete do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, “apesar dos efeitos económicos causados pela situação excecional da pandemia Covid-19, o IFRRU2020 continua a prosseguir o objetivo de revitalizar os centros urbanos, contando-se 125 contratos para habitação, 144 para atividades económicas, sendo os restantes destinados a equipamentos de utilização coletiva ou de apoio social e cultural, incluindo equipamentos públicos para residência de estudantes”.

O gabinete destaca que  “destes contratos, 48 têm já os seus projetos concluídos. Na sua maioria (216) os projetos são promovidos por empresas, contando-se igualmente projetos de particulares, IPSS e câmaras municipais”.

O Ministro das Infraestruturas e da Habitação destaca que  “as operações localizam-se nas Áreas de Reabilitação Urbana, definidas pelos respetivos municípios, garantindo-se, assim, o seu alinhamento com a política urbana local, sendo já 81 os Municípios (1) das várias regiões do país com financiamentos IFRRU 2020”.

Fotografia: Câmara de Castelo de Paiva

De acordo com a mesma fonte “criado no âmbito do Portugal 2020, o IFRRU 2020, um instrumento financeiro do Ministério das Infraestruturas e da Habitação, é o maior programa de incentivo à reabilitação urbana lançado em Portugal e tem uma capacidade de financiamento de 1.400 milhões de euros, proporcionando as melhores condições para todos os que pretendam investir na reabilitação do edificado urbano”.

“Em 2021, para a maior parte de dotação pública foi fixada uma taxa fixa de 0%, o que constitui uma oportunidade única para candidaturas ao IFRRU 2020, um instrumento que mantém a sua execução até 2023, sem restrições ao tipo de beneficiários e sem restrições ao uso a conferir ao edifico reabilitado”, acrescenta o mesmo gabinete que reforça que “ao apoiar o investimento na reabilitação urbana gera-se mais habitação, mais emprego e mais eficiência energética, promovendo-se assim um crescimento inteligente, inclusivo e sustentável”.


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