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MOVA adverte que é “fundamental que não se atrase a vacinação”

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Fotografia: Câmara de Paços de Ferreira

O Mova – Movimento Doentes pela Vacinação defende que é fundamental que não se atrase a vacinação.

A Mova esclarece, em comunicado, enviado ao Novum Canal, que “em muitos casos, médicos e utentes podem optar pela teleconsulta e pela prescrição eletrónica, reforçando que o cumprimento de procedimentos como a vacinação é fundamental para evitar o aparecimento de doenças graves como o sarampo”.

“Preocupado com os expectáveis atrasos  no cumprimento do Programa Nacional de Vacinação e das as vacinas extra-Plano, agora que entrámos em novo confinamento, o Movimento Doentes pela Vacinação deixa o alerta – é fundamental que não se atrase a vacinação. Consciente de que a deslocação física para ter acesso a uma consulta pode ser um entrave, o MOVA lembra que, em muitos casos, médicos e utentes podem optar pela teleconsulta e pela prescrição eletrónica, reforçando que o cumprimento de procedimentos como a vacinação é fundamental para evitar o aparecimento de doenças graves como o sarampo, a meningite ou a tuberculose”, refere o movimento.

O Mova sustenta ser fundamental “a população compreenda os riscos de uma quebra na vacinação”.

Citada em comunicado, Isabel Saraiva, fundadora do Mova, recorda que “as unidades de saúde estão preparadas para ministrar as vacinas em segurança”.

“As pessoas estão a evitar deslocar-se. Sempre que possível, devemos assegurar que conseguem manter as suas rotinas de saúde, de forma segura e informada. É fundamental que a população compreenda os riscos de uma quebra na vacinação e que a procure evitar recorrendo a ferramentas eficazes como a teleconsulta e a prescrição eletrónica”, explica.

“Uma vez prescrita a vacina terá então de haver deslocação para fazer as mesmas, mas o processo ficou significativamente mais curto e mais seguro. “, continua. “Devemos optar sempre pela segurança, mas não podemos viver a medo. As unidades de saúde estão preparadas para ministrar as vacinas em segurança. Relembro que existem muitas outras doenças graves que são preveníeis através de vacinação, como o sarampo ou a meningite. Felizmente podem ser evitadas”, sublinha.

Também citado em comunicado, o pediatra Hugo Rodrigues avança que “é importante reforçar a ideia de que as outras doenças não deixaram de existir por causa da COVID-19. E ignorar este facto é extremamente arriscado é perigoso”.

Fotografia: Câmara de Lousada

 ”O autor de Pediatria para todos® considera as vacinas um dos maiores avanços da medicina moderna”.

“Colocar em causa todos esses ganhos é irresponsável, mesmo que seja com boa intenção”, refere a nota de imprensa que salienta que é cada vez mais importante investir na prevenção.

“É cada vez mais importante investir na prevenção, seja através do PNV ou de vacinas recomendadas pelos médicos assistentes. A vacinação previne doenças como o sarampo, a tosse convulsa, o tétano ou a meningite. A Direção-geral da Saúde reforçou, no início da pandemia, que até aos 12 meses de idade, inclusive, as crianças devem cumprir atempadamente a vacinação recomendada, imunização que confere proteção precoce contra onze doenças potencialmente graves. Aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são extremamente importantes. Situações epidemiológicas como a do sarampo, por exemplo, não nos permitem adiar esta vacina”.

“Não esquecer também que a vacina contra a tuberculose (a BCG) continua a estar no PNV consoante a avaliação de risco. Outro caso preocupante, é o da meningite, uma infeção grave, e potencialmente fatal. Qualquer pessoa a pode contrair, mas as crianças pequenas e os adolescentes correm maior risco”, acrescenta o mesmo comunicado.

Aos pais e encarregados de educação, Isabel Saraiva, deixa um pedido “Pelo bem dos vossos filhos e da comunidade, apostemos na prevenção. Mais do que o ato individual, a vacinação é um ato de proteção pública”.


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