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Paulo Araújo Correia diz que se for eleito encerra, no primeiro mandato, aterro de Rio Mau

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O candidato socialista à autarquia penafidelense, Paulo Araújo Correia, assumiu, esta sexta-feira, no Especial Virar à Esquerda, que se for eleito presidente da câmara municipal, nas eleições autárquicas deste ano, que encerrará, logo no seu primeiro mandato, o aterro de Rio Mau.

“Se for eleito presidente de câmara, no meu primeiro mandato, garantidamente, o aterro sanitário estará encerrado. Bem sei o quanto as pessoas da minha freguesia têm sofrido com este aterro sanitário. É um compromisso que estou em condições de assumir  desde já”, disse.

Questionado sobre qual o grau de responsabilidade do PS na instalação deste equipamento na freguesia de Rio Mau, Paulo Araújo Correia destacou que o aterro foi apresentado ao PS quase como uma solução fechada, frisando inclusive que o atual presidente da autarquia, aquando deputado na Assembleia da República, já defendia o encerramento do equipamento.

“Recordo-me do atual presidente de câmara, à data deputado, na Assembleia da República, a exortar o ministro do ambiente, e bem, para o encerramento do aterro sanitário. Àquela data, dizia ele que já tinha esgotado o seu tempo útil de vida. O que se tem vindo a fazer ao longo do tempo é brincar com a população”, expressou, questionando: “Estando-se a aproximar o fim de vida útil do aterro, qual é a solução que temos? Que é a tal que se fala há anos em Paredes. Quais são os passos que estão a ser dados? Quais são as obras que lá estão a ser efetuadas que permitam receber os resíduos que são colocados em Rio Mau? Ninguém me sabe dizer. Se este executivo continuar em funções é mais uma vez o defraudar das expectativas no povo”.

O candidato socialista declarou, ainda, que a autarquia se tem limitado a fazer “intervenções sucessivas que tecnicamente permitem prolongar o tempo de vida do aterro”.

“O que a câmara tem feito são intervenções sucessivas que tecnicamente permitem prolongar o tempo de vida do aterro. Dói a alma ter ali, no coração da serra, uma lixeira a céu aberto”, avançou, defendendo, também, uma maior fiscalização do Rio Sousa, do seu ecossistema, da sua fauna e flora.

“Regularmente fazem-se descargas para o Rio Sousa. Pergunto se há algum responsável que tenha sido identificado? Quantas denúncias é que já foram feitas? Conheces os esforços que têm sido feitos pelo município no sentido de encontrar os culpados? É preciso ter uma participação ativa e efetiva na defesa dos rios”, afiançou.

No domínio do emprego, Paulo Araújo Correia concordou que com a ideia de que é urgente captar investimento, mas também emprego qualificado, defendendo a criação de um cluster, aproveitando o facto de Penafiel ter o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), que é o maior empregador da região.

“O CHTS que é o maior empregador da região, salvo erro, tem mais de 2400 postos de trabalho, por que não criar um cluster direcionado à área da saúde em parceria com o próprio hospital, com as universidades locais que cá fixam polos e direcionar a formação para esta área, criando postos de trabalhos qualificados, criando áreas de investigação e tecnologia? É isso que permite aos nossos jovens ambicionarem terem qualidade de vida na região”, frisou, sublinhando que “é um dever de qualquer autarca acarinhar estas empresas da mesma forma que acarinham um Mercadona ou outras, e dar condições  para que as empresas possam continuar a formarem jovens e criarem emprego”, precisou.

“É possível fazerem-se parcerias e acho que tem existido esse deficit em Penafiel”, afiançou.


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