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Testagem alargada a contactos de baixo risco já em vigor

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Fotografia: DGS

A Direção-Geral da Saúde (DGS) procedeu à atualização das normas sobre a estratégia nacional de testes para SARS-CoV-2 e sobre rastreio de contactos e alargou a testagem a contactos de baixo risco.

No atual contexto epidemiológico continuam a ser testadas todas as pessoas assim que desenvolvam sintomas suspeitos de Covid-19 e todos os contactos de alto risco e de baixo risco de um caso confirmado.

Para o diagnóstico de Covid-19  em contactos de alto risco com caso confirmado COVID19, a norma 015/2020 da DGS estabelece que devem ser utilizados os seguintes testes laboratoriais “teste molecular (TAAN) realizado o mais precocemente possível e até ao 5.º dia após a exposição, e ao 10.º dia após a exposição (se assintomáticos e com o primeiro teste negativo)”.

“Se o teste molecular não estiver disponível ou não permitir a obtenção do resultado em menos de 24 horas, deve ser utilizado um teste rápido de antigénio (TRAg)”, avança a DGS que informa que para o diagnóstico de Covid-19 em contactos de baixo risco com caso confirmado devem ser utilizado o “teste molecular (TAAN) realizado o mais precocemente possível e até ao 5.º dia após a exposição”.

Fotografia: DGS

“Se o teste molecular não estiver disponível ou não permitir a obtenção do resultado em menos de 24 horas, deve ser utilizado um teste rápido de antigénio (TRAg)” avisa a DGS que declara que  “em situação de cluster e surto (como, por exemplo, escolas, estabelecimentos de ensino, Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI) e instituições similares/fechadas) deve ser realizado, preferencialmente, um teste rápido de antigénio (TRAg) a todos os contactos de alto e baixo risco, sob a coordenação das Equipas de Saúde Pública, em articulação intersectorial com os parceiros municipais, ou outras”.

A DGR refere, ainda, que “para o controlo da transmissão comunitária devem ser realizados rastreios laboratoriais regulares nos concelhos com incidência cumulativa a 14 dias superior a 480/100.000 habitantes, nos seguintes contextos: nos estabelecimentos de ensino com estudantes do ensino secundário, aos alunos, pessoal docente e não docente; nos estabelecimentos prisionais aos reclusos e profissionais; nos contextos ocupacionais de elevada exposição social (nomeadamente, fábricas, construção civil, entre outros) aos respetivos profissionais”.

A DGS recomenda que devem ser utilizados “testes rápidos de antigénio (TRAg); a periodicidade para realização de testes deverá ser de 14/14 dias; se não forem identificados casos de infeção por SARS-CoV-2 mantém-se a periodicidade do rastreio, nos termos da norma”.

A norma especifica ainda que “para o controlo da transmissão comunitária e monitorização da evolução epidemiológica da COVID-19, são disponibilizados TRAg nas Unidades dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) e nas Unidades Locais de Saúde (ULS)”, sendo disponibilizados “testes rápidos de antigénio (TRAg) aos utentes assintomáticos com consulta presencial, que consintam a sua realização”.


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