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DGS estabelece obrigatoriedade de lista de pessoas a convocar em caso de vacinas sobrantes

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Fotografia: DGS

A Direção-Geral de Saúde (DGS) publicou, esta terça-feira, a atualização da Norma 002/2021, que “aborda os procedimentos a adotar na implementação da primeira fase do Plano de Vacinação contra a Covid-19 em que  obriga à definição de uma lista de pessoas a convocar em caso de vacinas sobrantes”.

Segundo  atualização, a administração de vacinas “deve ser organizada de forma a evitar o desperdício de doses”, sendo que “os frascos (não perfurados) que sobrarem de uma sessão vacinal devem ser utilizados no mesmo dia, se não tiverem sido mantidos continuamente à temperatura de 2-8.ºC, e os frascos já perfurados não devem ser transportados”.

“A administração de vacinas é organizada de forma a evitar o desperdício de doses. Para o efeito podem ser consideradas as seguintes estratégias: prevenção do desperdício de doses e frascos multidose em cada sessão vacinal (período de um dia)”.

A norma esclarece que  para as “vacinas de mRNA: os frascos (não perfurados) que sobrarem de uma sessão vacinal, se não tiverem sido mantidos continuamente à temperatura de 2-8.ºC, devem ser utilizados no mesmo dia, atentas as especificações de conservação e transporte de cada vacina”.

Quanto aos frascos já perfurados “não devem ser transportados”, sustentando que “para efeitos do disposto na alínea anterior, as doses de vacinas sobrantes em cada sessão de vacinação devem ser utilizadas através da vacinação de qualquer pessoa elegível dentro da fase em curso, devendo respeitar-se a ordem de prioridades definida nos termos da presente Norma, através da definição de uma lista, de elaboração obrigatória, de pessoas a convocar em caso de vacinas sobrantes”.

Não sendo possível evitar o desperdício,  a atualização avisa que “a vacinação deve prosseguir através da vacinação de pessoas incluídas noutra fase do plano de vacinação, desde que pertencentes aos grupos prioritários e em respeito pelos subgrupos de prioridades”.

Fotografia: DGS

A atualização avança, ainda, que “a vacinação de residentes, utentes e profissionais em ERPI, instituições similares e unidades da RNCCI deve obedecer às seguintes regras: os frascos multidose devem ser abertos apenas se houver profissionais suficientes para utilizar todas as doses na mesma instituição. Para o aproveitamento de frascos multidose não utilizados (por exemplo, por não adesão à vacinação ou por surto ativo não existente aquando do planeamento da distribuição das vacinas)”.

A atualização recomenda, também, que se deve “proceder, em articulação com a ARS, à vacinação de uma ERPI, instituição similar e/ou unidade da RNCCI vizinha ou de um concelho limítrofe, priorizando-se o concelho com maior risco epidemiológico e/ou a estrutura ou unidade com maior número de pessoas, nos termos da presente norma”, “proceder à vacinação de profissionais de saúde ainda não vacinados, caso não seja possível realizar a estratégia da alínea anterior”.

Não sendo possível vacinar todos os profissionais da instituição, na mesma sessão, a norma determina que “estes profissionais devem ser vacinados num ponto de vacinação do ACES / ULS, na primeira oportunidade, podendo ser realizada uma sessão de vacinação dedicada para estes profissionais, numa unidade de saúde do Serviço Nacional de Saúde”.

A norma define, também, que são os grupos prioritários para a vacinação contra a Covid-19, a informação a prestar às pessoas a vacinar, monitorização, a vacinação de profissionais de saúde diretamente envolvidos na prestação de cuidados, a vacinação de residentes, utentes e profissionais em ERPI, instituições similares e unidades da RNCCI, a vacinação de grupos de pessoas com 50 ou mais anos e comorbilidades e pessoas com 80 ou mais anos independentemente da presença de comorbilidades.

A norma dedica, ainda, uma rubrica à vacinação de profissionais das Forças Armadas, Forças de Segurança, serviços críticos, e titulares de órgãos de soberania e altas entidades públicas.


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