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Ministra da Saúde reconhece que confinamento poderá estender-se até meados de março

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Fotografia: Página Oficial República Portuguesa

A ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou, esta terça-feira, após a reunião sobre a situação epidemiológica da Covid-19, que contou com os órgãos do Estado e especialistas, que o atual confinamento tem de ser prolongado por mais tempo desde já durante o mês de fevereiro e depois, sendo depois sujeito a avaliação.

A governante realçou que o atual nível de confinamento está a produzir efeitos, com uma incidência que está a crescer. Marta Temido recordou que os indicadores apontam para uma tendência decrescente do número de hospitalizações e utilizações de cuidados intensivos e número de óbitos.

A ministra confirmou que o nível de confinamento está a ter impacto nas estimativas do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INRJ) relativamente às novas variantes.

“Era estimado que atingisse 60%,  neste momento, e conseguimos reduzir a sua presença em termos da doença”, disse, sustentando que  quanto maior é a intensidade do confinamento maior é a redução do risco efetivo de transmissão.

A ministra apontou dois decréscimos do risco de transmissão, o primeiro após as primeiras medidas, decretadas a 15 de dezembro, e um segundo a seguir a 21 de janeiro.

A este propósito, Marta Temido realçou que os números confirmam um decréscimo do índice de transmissão nos dois momentos, situando-se atualmente o risco de transmissão em 0,82 entre 30 de janeiro e 3 de fevereiro, valores que considerou bastante baixos.

Fotografia: Página Oficial República Portuguesa

A responsável pela pasta da Saúde admitiu, que apesar das medidas produziram resultados o confinamento tem de ser prolongado por mais tempo, durante o mês de fevereiro, sendo necessário proceder a uma avaliação posterior, sendo expectável que seja necessário prorrogar este período por um período de 60 dias a contar do seu inicio.

A ministra recordou que os resultados apresentados reativamente à perceção social, e àquilo que é a confiança dos portugueses ao processo de vacinação, são positivos e que a intenção da população se vacinar é elevada, o que é um indicador que transmite confiança e que é importante para a recuperação do país, mas que deve ser lido com a escassez de vacinas.

Marta Temido defendeu a necessidade de se alargar e multiplicar a testagem massiva, realçando que rastreio é essencial para conhecer o estado de infeção na comunidade.


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