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AHRESP defende medidas urgentes para reabertura de estabelecimentos de animação noturna
Fotografia: AHRESP

AHRESP defende reforço urgente das medidas Apoiar.pt e Apoiar Restauração

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Fotografia: Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende o reforço urgente das medidas APOIAR.PT e APOIAR Restauração que já atingiram o limite do orçamento previsto.

“Perante esta situação, estão encerradas as candidaturas a estes dois relevantes mecanismos de apoio à tesouraria das nossas empresas, o que coloca em causa a viabilidade dos negócios, agravado pelo facto de estarmos em pleno período de confinamento e de encerramento das atividades. No âmbito das candidaturas já aprovadas, os promotores podem continuar a submeter os pedidos de pagamento para recebimento do reforço relativo ao 4.º trimestre de 2020 e ao 1.º trimestre de 202”, refere a associação que apela ao reforço e revisão urgente dos beneficiários da medida APOIAR Rendas.

“O  novo Programa APOIAR Rendas, apresentado a 10 de dezembro de 2020, onde ainda não se previa um novo confinamento geral, deixa de fora muitos beneficiários, que assim se veem privados deste importante apoio. Por esta razão, a AHRESP defende um reforço na intensidade do apoio previsto, bem como na própria dotação global de 150 milhões”.

Fotografia: Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal

A associação alude, também, à revisão das condições de acesso a este mecanismo, nomeadamente quanto ao tipo de contrato de arrendamento que é considerado elegível, bem como quanto ao critério da quebra mínima de 25% na faturação.

“A AHRESP levou a cabo um inquérito sobre esta matéria, concluindo que muitas empresas não são elegíveis para a medida APOIAR Rendas, uma vez que não detêm contratos de arrendamento para fins não habitacionais, como é o caso dos contratos de cessão de exploração e dos contratos relativos à atividade de Alojamento local, que revestem a forma habitacional. Numa fase em que os nossos estabelecimentos estão sujeitos a restrições tão severas e comprometedoras da sua faturação, é da máxima pertinência que as condições de acesso a este mecanismo de apoio sejam revistas, de forma a incluir todas as formas contratuais de exploração comercial de imóveis”, acrescenta.


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