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Arouca: Projeto “Uma nova visão para a Ema” adverte para dificuldades de crianças cegas

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Fotografia: Câmara de Arouca

“Uma nova visão para a Ema” assim  se designa o projeto do grupo de Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Arouca, um dos projetos que integra o concurso “Escola Alerta”, uma iniciativa do Instituto Nacional para a Reabilitação.

O projeto é realizado em parceria com o Projeto Plano Nacional de Cinema e Plano Nacional das Artes e com o curso de Técnicas de Multimédia e conta com o apoio da câmara municipal de Arouca.

O vídeo que se encontra disponível e pode ser visualizado na página oficial da  autarquia mostra o trabalho que foi efetuado na  Escola Básica de Arouca para adaptar o espaço a uma aluna com deficiência visual que está a frequentar o 5.º ano de escolaridade naquela escola, assim como o percurso  da aluna, desta que esta entra na escola, as barreiras que tem de superar, a entrada numa sala de aula.

O vídeo mostra, também, o  trabalho de cooperação, entrega, entreajuda e colaboração que foi implementado pelos colegas da EMA para garantir que a aluna e outros alunos com as mesmas dificuldades possam dispor das condições que lhes permitam ter um ensino de qualidade e superar as inúmeras barreiras com que muitas vezes estão confrontados.

De acordo com o Instituto Nacional para a Reabilitação, a realização deste concurso coincide com as comemorações, este ano, dos 40 anos do Ano internacional das Pessoas com Deficiência.

De acordo com o mesmo instituto, o concurso “Escola Alerta!” está incluído, desde a sua origem, no projeto da Educação Inclusiva, e tem com metas envolver os alunos e as comunidades escolares no “desenvolvimento de projetos que potenciem e contribuam para a criação de condições e de sociedades mais justas e inclusivas”.

O concurso tem, também, como objetivos “sensibilizar e incentivar os alunos a identificar os obstáculos e desafios inerentes à promoção da igualdade de oportunidades, no respeito pelos direitos humanos e, em particular, pelos direitos das pessoas com deficiência”, “sensibilizar e incentivar os alunos a participar na sinalização e na superação de ações e atitudes discriminatórias de que são alvo as pessoas em geral e, em particular, as pessoas com deficiência”.

Pretende-se, também, “promover a identificação das principais barreiras à participação social existentes nas escolas e na comunidade, nomeadamente quanto à mobilidade e acessibilidade ao meio edificado, à comunicação e à informação, quanto ao acesso à educação ou ao emprego e/ou cultura, desporto e lazer, como contributos inventariados para a construção de uma sociedade efetivamente inclusiva”.

São também metas do concurso “divulgar trabalhos elaborados por alunos sob a orientação pedagógica de docentes, que consistam no desenvolvimento do princípio da “não discriminação” consignado na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e na Lei de Bases n.º 38/2004, de 18 de agosto, mediante a apresentação de propostas de solução exequíveis e inovadoras para a sua concretização”.

Fotografia: Câmara de Arouca

O concurso destina-se a “todos os estabelecimentos de ensino com alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, público e privado”, tendo, também, como destinatários “centros educativos da área da Reinserção Social e instituições educativas sob a tutela do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, nos mesmos graus de ensino referidos no n.º 1 do presente artigo”.

Integra duas fases, sendo que a 1.ª fase “decorre desde o lançamento do concurso até à entrega das candidaturas ao INR, I. P., procede -se à elaboração e à seleção dos trabalhos ao nível da escola” e a “2.ª fase, que decorre desde a receção das candidaturas no INR, I. P., até à publicação dos resultados do concurso, procede -se à seleção dos trabalhos ao nível nacional”.

O concurso abrange duas categorias uma direcionada aos  alunos do 1.º Ciclo do ensino básico e outra aos trabalhos os alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

Quanto aos prémios, o regulamento define à atribuição de  três prémios pecuniários, “sendo o primeiro num montante de 2.000,00 euros, o segundo no montante de 1.000,00 euros e o terceiro no montante de 750,00 euros”.

“Os valores dos prémios pecuniários previstos no número anterior poderão ser superiores, no quadro de acordos de parceria celebrados para o efeito, em cada uma das edições do concurso “Escola Alerta!”, desde que tal conste no respetivo aviso de abertura”, refere o regulamento que sustenta que  é igualmente atribuído um troféu ao primeiro prémio de cada uma das categorias.

São, também,  “atribuídos diplomas a todos os alunos, docentes e escolas participantes nos trabalhos premiados pelo Júri Nacional”, sendo Aida “atribuído um certificado de participação por cada um dos trabalhos concorrentes não premiados, dirigido à escola e a todos os alunos e docentes participantes.

O regulamento destaca que o “montante recebido no âmbito do prémio pecuniário destina -se exclusivamente a apoiara aquisição de material bibliográfico e informático, que reverta a favor da escola e beneficie diretamente os alunos da escola e/ou na divulgação dos trabalhos premiados, designadamente folhetos e suportes digitais e respetiva apresentação pública”, frisando que “os trabalhos a concurso podem ser apresentados sob qualquer formato, designadamente texto, desenhos, fotografias, áudio, vídeo, maquetes, colagens”.

O regulamento estabelece ainda que “todos os trabalhos, independentemente do formato utilizado, devem ser também apresentados em formato digital, para fins de divulgação online”, sendo “os trabalhos são realizados em grupo pelas crianças e jovens, com a orientação de um ou mais docentes” a “apresentação dos trabalhos, quando feita em vídeo ou PowerPoint, não pode exceder 15 minutos de duração”.


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