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Covid-19: Semana acabada em 27 de janeiro com valor mais elevado desde o início da pandemia

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Fotografia: DGS

A semana acabada em 27 de janeiro de 2021 registavam-se em Portugal 90 234 novos casos, o valor mais elevado desde o início da pandemia COVID-19.

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE), que constata que “continua o aumento exponencial do número de novos casos nos últimos sete dias observado desde 28 de dezembro de 2020”, sendo que “a taxa de incidência de Covid-19 a 14 dias foi 1 628, correspondendo ao número de novos casos confirmados de Covid-19 por cada 100 mil habitantes nos últimos 14 dias”.

De acordo com INE, a leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia, dados até 27 de janeiro, indicam que a “expressão da pandemia continua a ser caracterizada por uma elevada heterogeneidade territorial”, realçando que “nas regiões Alentejo, AML e Centro, as únicas a superar o valor médio nacional, o número de óbitos entre 21 de dezembro de 2020 e 17 de janeiro de 2021 foi 1,3 vezes superior ao observado no período homólogo de referência (média para o mesmo período nos anos de 2015 a 2019). Em 72 dos 308 municípios portugueses o número de óbitos entre 21 de dezembro e 17 de janeiro foi 1,5 vezes superior ao observado no período de referência”.

Fotografia: DGS

De acordo com o INE, os resultados apurados revelam que a “18 de janeiro de 2021, data da última atualização de dados ao nível do município, a taxa de incidência nacional de COVID-19 a 14 dias (1 266) foi superada pelas regiões Centro (1 438), Alentejo (1 365) e AML (1 390)”, destacando que “as sub-regiões Viseu Dão Lafões (2 024), Beiras e Serra da Estrela (1 557) e Médio Tejo (1 557), na região Centro, e as sub-regiões Alentejo Central (1 663), Alto Alentejo (1 548) e Baixo Alentejo (1 478), no Alentejo”, surgem com valores acima da média regional.

Ainda de acordo com o INE, a “18 de janeiro de 2021, 215 municípios (70%) registaram um número de novos casos confirmados de COVID-19 (últimos 14 dias) por 100 mil habitantes superior ao limiar definido como de risco extremamente elevado (960 novos casos por 100 mil habitantes), dos quais 108 assinalaram mais de 1 500 novos casos por 100 mil habitantes”.

O Instituto atesta, também, que “os dados sobre mobilidade da população ao nível regional indiciam uma diminuição dos níveis de mobilidade na sequência da declaração do dever geral de recolhimento domiciliário (15 de janeiro) e do encerramento das escolas (22 de janeiro), salientando-se, em particular, a diminuição dos níveis de mobilidade registados na última sexta, segunda e terça-feira (22, 25 e 26 de janeiro), face aos dias homólogos das semanas anteriores (15, 18 e 19 de janeiro). No domingo, dia 24 de janeiro, os dados apurados apontam, pelo contrário, para um ligeiro aumento de mobilidade face ao domingo anterior (17 de janeiro)”.


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