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Segurança Social fecha 2020 com excedente de 2.120 milhões de euros

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A Segurança Social terminou o ano de 2020 com um saldo global de 2.120,2 milhões de euros.

Segundo o Gabinete da Ministra do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social,  “este resultado foi registado num ano em que foi necessário adotar diversas medidas extraordinárias de apoio devido à pandemia por Covid-19. Face ao período homólogo, a variação do saldo global é de -701,6 milhões de euros”.

Em nota à comunicação social, o Governo considera que para este resultado “contribuiu um aumento da receita efetiva de 2.622 milhões de euros e um aumento da despesa efetiva de 3.323,6 milhões de euros. A receita efetiva cifrou-se em 32.133,5 milhões de euros, um aumento de 8,9% face ao período homólogo de 2019. Esta variação positiva decorre essencialmente do aumento das transferências correntes da Administração Central em 2.813,4 milhões de euros e ao aumento das transferências do exterior em 121,4 milhões de euros (+13,9%). As contribuições e quotizações decresceram 143,6 milhões de euros (-0,8%)”.

De acordo com a ministra, a “despesa efetiva atingiu o montante de 30.013,3 milhões de euros, o que traduz uma subida de 12,5% face ao período homólogo. Este aumento foi gerado essencialmente pela introdução das medidas excecionais e temporárias no âmbito da Covid-19, bem como pelos efeitos conjugados dos aumentos com pensões e complementos e restantes prestações sociais.

O gabinete da ministra esclarece que a “Introdução das medidas excecionais e temporárias no âmbito da Covid-19 representam um acréscimo de despesa de 1.897,4 milhões de euros”, tendo verificado um “aumento da despesa com pensões e complementos em 572,4 milhões de euros (+3,3 % do que em 2019)” e  um “aumento da despesa com prestações de desemprego no montante de 326,9 milhões de euros, um acréscimo de 27,5% face ao período homólogo”.

A ministra confirma ter-se registado um “aumento da despesa com a prestação social para a inclusão (PSI) e complemento, no montante de 63,7 milhões de euros (+18,4%); um aumento da despesa com o subsídio e complemento por doença em 134,8 milhões de euros (+22% em relação ao período homólogo)”, assim como “um  aumento da despesa com prestações de parentalidade em 61,1 milhões de euros, um aumento de 10,3% face ao período homólogo”. O Governo esclarece, também, ter-se registado uma “subida da despesa com o abono de família em 3,4%, o que representa mais 26,7 milhões de euros do que em dezembro do ano anterior; o aumento da despesa com programas e prestações de ação social em 7,9%, mais 141,3 milhões de euros do que em dezembro de 2019 e um aumento da despesa com subsídios e transferências correntes, relativos à vertente de formação profissional e de ação social, em 9,8% face a dezembro de 2019, (+ 89,1 milhões de euros


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