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Marco de Canaveses disponibiliza e identifica escolas de acolhimento

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Fotografia: Câmara do Marco de Canaveses

O município do Marco de Canaveses já indicou a lista de escolas de atendimento que estão disponíveis  para acolher os filhos, cujos pais exerçam serviços essenciais, seguindo  as orientações que constam do decreto aprovado, esta  quinta-feira, em Conselho de Ministros, na sequência do agravamento do surto pandémico que continua a assoberbar o país.

Refira-se que o decreto aprovado procede a um conjunto de alterações no que respeita às medidas que regulamentam a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República, nomeadamente “a identificação, em cada agrupamento de escolas, de um estabelecimento de ensino e em cada concelho de creche, creche familiar ou ama que promova o acolhimento dos filhos ou outros dependentes a cargo dos trabalhadores de serviços essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos”.

Além do Agrupamento de Escolas do Marco de Canaveses, EB 2,3 do Marco de Canaveses, o município identificou, mediante sinalização dos próprios agrupamentos, o Agrupamento de Escolas N.º1 do Marco de Canaveses, Escola Secundária do Marco;  o Agrupamento de Escolas Alpendurada, EB1 do Cruzeiro; o Agrupamento de Escolas de Sande,  EB 2,3 de Sande; Escola Profissional de Arqueologia e a EPA – Escola Profissional de Arqueologia – Freixo – Marco, como as escolas de referência para acolhimento de filhos de trabalhadores de serviços essenciais e serviço de refeições a alunos beneficiários dos escalões A e B da ação social escolar, apontando, ainda, a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Marco de Canaveses, EPAMAC – Rosém – Avessadas e Rosem como uma das selecionadas.

Fotografia: Câmara do Marco de Canaveses

O município avança que é identificado em cada agrupamento de escolas um estabelecimento de ensino que promovam o acolhimento dos filhos ou outros dependentes a cargo de: “profissionais de saúde, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas; trabalhadores dos serviços públicos essenciais; trabalhadores de instituições, equipamentos sociais ou de entidades que desenvolvam respostas de caráter residencial de apoio social e de saúde às pessoas idosas, às pessoas com deficiência, às crianças e jovens em perigo e às vítimas de violência doméstica; e trabalhadores de serviços de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como de outros serviços essenciais”.


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