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Primeiro-ministro apela à responsabilidade individual e requer sobressalto cívico

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Fotografia: Governo da República Portuguesa

O primeiro-ministro, António Costa, apelou, esta segunda-feira, no final da reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decorreu em Lisboa, à responsabilidade individual de cada um e dos portugueses em geral para cumprirem as regras definidas pelas autoridades de saúde e contribuírem para achatar a curva do número de infetados e novos casos que o país tem registado nos últimos dias.

Num discurso focado na prevenção e na responsabilidade individual que cada um dos portugueses deve assumir, o chefe do Governo admitiu que o momento que estamos a viver é o mais grave desta pandemia.

“O momento que estamos a viver é o mais grave desta pandemia. Não há nenhuma razão para termos menos receio  do que quando a Covid-19 nos chegou, em março passado”, disse, salientando que a resposta do Serviço Nacional de Saúde não é elástica e confirmando que Governo e a Assembleia da República e o Presidente da República nunca hesitarão em tomar as medidas mais duras que se imponham para salvaguardar a saúde pública.  

“O controlo e o combate à pandemia em última instância depende de cada um de nós, de todos nós. E é por isso que temos de assumir este combate como em Março, como um dever coletivo,  de solidariedade para com os outros e de proteção de nós próprios”, expressou.

Fotografia: DGS

António Costa reiterou que este “não é momento para jantares de amigos, famílias e de festas de anos, para aproveitar as brechas da lei para fazer a exceção e fazer aquilo que sabemos que não podemos fazer”.

“Temos de nos proteger, cumprir com o distanciamento físico, lavar as mãos, protegermo-nos a nós e aos outros. É a nossa saúde e a nossa vida que estão em causas e a dos ouros”, acrescentou.

O chefe do Governo recordou, ainda, que depois de tantos milhares de infetados e mortes ninguém pode ter a imprudência de pensar que o Covid só acontece aos outros.

“Este é um esforço individual e coletivo.  Tenho boas razões para acreditar que podemos fazer vencer esta doença. Conseguimos fazê-lo de forma exemplar na primeira vaga e temos de o voltar a fazê-lo. Temos de o fazer de novo porque o nível em que a pandemia se encontra é o mais perigoso. Todos os dias batemos o número “record” de novos internados e infetados. Tenho boas razões para contar com os portugueses e com o sobressalto cívico para controlar esta pandemia. Há uma vacina, mas temos de ter a prudência de saber que o processo de vacinação será demorado. Vamos combater a pandemia, salvar a vida de cada um, proteger a vida de todos”, declarou.


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