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Secretário de Estado Adjunto e da Saúde assume que números dos últimos dias são de gravidade sem precedentes

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Fotografia: Página Oficial do Governo

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, assumiu que números dos últimos dias são de gravidade sem precedentes, alertando para a necessidades dos portugueses cumprirem com as regras e diretrizes das autoridades nacionais de saúde.

A partir de sua própria casa, numa mensagem vídeo informal, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, apelou à responsabilização individual de cada, cumprindo com o objetivo de minimizar e achatar a curva e os resultados preocupantes dos últimos dias.

“É de minha casa que me dirijo hoje a vós porque este é o lugar onde posso fazer mais pelo meu país e ser mais útil ao meu país. Cada um em sua casa estamos a zelar pelo nosso futuro coletivo, pelos nossos familiares e pelos nossos amigos. O momento de pandemia que vivemos é de uma gravidade sem precedentes. Portugal voltou hoje a ter mais de 10 mil novos casos de Covid-19. É o quinto dia consecutivo que tal acontece, mais de mil pessoas perderam a vida esta semana por causa deste vírus. Não são números, são famílias inteiras destroçadas e em luto, só esta semana. Pode tocar à minha família, pode tocar à sua família”, disse, sustentando que estes números representam uma  “pressão no sistema de saúde e nos profissionais que o compõem”.

Fotografia: Página Oficial do Governo

“É uma pressão que se pode tornar insustentável e injusta. Temos a obrigação de cuidar de quem cuida de nós, dos nossos médicos, dos nossos enfermeiros, dos nossos assistentes operacionais e dos nossos técnicos superiores de diagnóstico e de terapêutica e de tantos outros que trabalham no sistema de saúde”, avançou, sublinhando que “por mais elástica que seja a capacidade de resposta do sistema e tem sido, os recursos não são ilimitados”.

“A nossa melhor arma é o confinamento e o cumprimento das regras da Direção-Geral de Saúde. Estamos longe para continuar a zelar por todos os que queremos ter por perto. O confinamento é a regra e não a exceção. A nossa fadiga ainda que legítima não pode ser a nossa derrota. É o nosso futuro, a nossa gente. Somos todos nós. Por si, por todos, cumpra as regras. Esta luta não acabou. Precisamos e contamos com a responsabilidade de todos”, acrescentou.


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